segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Georgina's Restaurante
Achei meu novo "point da madrugada".
Vou te contar que eu jamais abandonarei o Barnabé (minha opinião aqui:http://br.kekanto.com/biz/bar-e-lanchonete-barnabe
. Mas o Barna, para os íntimos, acabou de achar um concorrente de peso.
O bar é bastante amplo. Todas as mesas são na calçada, mas com muito espaço interno.
O atendimento é muito satisfatório, sendo feito pelos próprios sócios ou por um dos garçons da casa.
Como o bar é pequeno, e tem bastante gente atendendo, você nunca ficará sem cerveja. Que, por sinal, está sempre muito gelada.
Tem música ao vivo (cobram couvert), que é bastante agradável também, e engloba tudo que é estilo musical.
E quer saber por que o Barnabé achou um concorrente? Por que é pertinho de casa, fácil de voltar à pé!
Vale o retorno. Quantas vezes forem necessárias!
O Georgina´s fica na Rua Alberto Cintra, 85 - Bairro União - Belo Horizonte
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Villa Rizza Bar e Música
Sempre soube que funcionava como restaurante/Bar à noite, e a impressão que eu sempre tive foi de um lugar mais chique, requintado etc.
Não me entenda mal. O lugar é chique! Pé direito enorme, mesinhas na varanda, bem ventilado e espaçoso. Muito bonito mesmo.
Acontece que eu achei que isso se refletiria no valor do almoço. Mas estive errado. O preço é relativamente módico (R$25,90/kg - em 26/03/2013), considerando as outras opções por aqui (que chegam a quase R$50/kg).
O buffet não é lá tão variado, mas é bem diferente do mesmo arroz com feijão que eu comia todos os dias, o que me deixou com mais uma opção de almoço na região.
Havia anéis de cebola que, apesar de estarem frios, estavam bem gostosos, feijão tropeiro, macarrão à bolonhesa, arroz integral e normal, 3 tipos de carne...
Enfim. Eu fiquei bastante satisfeito com o meu almoço, e provavelmente voltarei lá para almoçar outras vezes!
Obrigado, Taís! =]
terça-feira, 26 de março de 2013
Sierra Poker Sports
O lugar é realmente irretocável. Na entrada, identificação pessoal feita por leitura de digitais, para evitar complicações de tira carteira, mostra identidade, preeche cadastro etc. Já recebe um cartão magnético, que libera o acesso na catraca, e que também é usado como comanda individual para os comes e bebes da casa.
Comes e bebes aliás, a preços bastante cômodos, principalmente se considerar que a casa funciona até a alta madrugada e, se não ali, não há outro lugar para comer.
Mas, enfim, não estamos ali para comer, certo?
A casa é especializada em poker, famos esporte da mente, e lá é jogado praticamente apenas o No Limit Hold´em. Eu, sinceramente, nunca vi outra modalidade de poker por lá.
Há torneios diferentes todos os dias da semana, excluída a segunda-feira, dia em que eles não funcionam.
Os torneios são bastante acessíveis, com entradas variando entre R$40 e R$350, dependendo do dia da semana.
O nível médio dos jogaroes ainda não está alto, portanto se você estiver começando neste esporte pode ir para lá se divertir um bocado.
Há também mesas de cash game rolando a noite inteira, com entrada mínima em R$100. Aí sim o nível dos jogadores é mais alto, e são jogadores mais agressivos, portanto não se assuste se sair de lá com R$300, ou mais, a menos na carteira.
As mesas são profissionais, os croupiers bastante técnicos e competentes e os garçons ágeis e prestativos.
O ar condicionado refresca o ambiente fechado, mas há uma área para fumantes.
É o local ideal para se divertir, faturar uma graninha, conhecer muita gente bacana e trocar informações e experiências sobre o jogo que está virando mania nacional!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Churrasquinho do Luizinho
O lugar é feio, cheio, caro, a cerveja nem sempre está gelada... Já fui algumas vezes, por teimosia mesmo, e em nenhuma saí de lá satisfeito.
É verdade que às quintas-feiras fica LOTADO de mulher bonita. Mas isso tem em diversos outros lugares em Belo Horizonte, e eu não preciso ir ao Luizinho só por isso.
É o tipo de lugar que eu vou só se meus amigos estiverem indo, e se eu não tiver mais nenhum outro amigo disponível para uma cervejinha.
Entenda: não é que o lugar seja ruim. Se fosse, não seria o bar que mais vende long neck da Ambev em toda a América Latina.
Só que é um bar que não me pega... Ali na própria Francisco Sá há ao menos 3 outras opções que eu prefiro.
Av. Francisco Sá, 197 - Prado
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Reduto da Cerveja
Antes de mais nada, vale deixar claro que estou falando do Reduto original, na Curitiba, esquina com Álvares Cabral. Eles inauguraram, recentemente, um novo espaço na Pium-i, que ainda não conheci. AINDA.
Enfim. O Reduto é o lugar ideal para você que está cansado do marasmo de toooodos os bares da capital mineira, que só servem as mesmas Brahma, Skol, Original e Bohemia.
A carta de cervejas do Reduto é bastante extensa, e conta com suquinhos de cevada dos quatro cantos do mundo.
Outro diferencial é o preço de lá. Não é tão caro quanto os outros lugares especializados em cerveja da capital, como o Haus Munchen e o Café Viena.
Além do mais, as mesas na rua dão um ar mais "botecão" ao estabelecimento, o que acaba por conquistar um público mais diversificado que o das casas supra-citadas.
Se você quiser conhecer um lugar muito gostoso com cervejas das mais diferentes, dê uma passadinha por lá.
Ah, você se contenta com "o marasmo de toooodos os bares da capital mineira, que só servem as mesmas Brahma, Skol, Original e Bohemia"? Passa lá também, por que o atendimento é joia e, como já dito, o preço não é lá de te fazer deixar de ir!!!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Espanta Crise Café
Mais uma vez, escrevendo sobre um bar recomendado por usuários do Kekanto. O Edmundo fala TANTO do Espanta e frequenta TANTO o lugar, que um dia eu tive que me dobrar e ir lá ver se é tudo isto mesmo.
Nesse dia, estávamos em um grupo de umas 9 pessoas, todos do Kekanto. Porém, quando eu cheguei (um pouquinho mais tarde que a galera) demos o azar de receber a notícia de que as cervejas em garrafa estavam esgotadas, e que deveríamos beber nas latas. Apesar de ser um fator mega negativo (a falta de cerveja garrafa é grave em qualquer bar), não levei isso em conta para a nota. O Edmundo me explicou que o bar funciona no limite, quase não sobra grana no fim do mês e que o dono estava sem grana para repor o estoque.
O dono, por sinal, é uma peça. Todos o chamam de Tim, devido à sua semelhança bastante óbvia com o Tim Maia, meu amigo síndico. O Tim estava super de bom-humor - que já descobri ser seu estado natural - e nos atendia com uma eficiência impressionante, principalmente considerando que ele era o único garçom/dono/cozinheiro presente no local.
O único e real ponto negativo do bar é o banheio. Super apertado, para apenas uma pessoa e não muito limpo. Vale dizer que, além de ter apenas um mictório (nem pense em fazer o nº 2 por lá), ele é bem alto, então os baixinhos (1,70 para baixo) terão sérios problemas para usá-lo.
Não chegamos a comer nada, mas a cerva gelada (apesar de em lata) e o som do local (fala sério, há outro boteco em BH que só toque rock n´roll?) me fazem voltar lá fácil fácil.
Curti. E ponto final.
Ah, o Tim não aceita cartão, tá? Vá com dinheiro!!!
O Espanta Crise fica na Avenida do Contorno, 1790, esquina com Assis Chateaubriand.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Churrascaria Raja Grill
Mesmo com tão pouco tempo de diferença entre uma resenha e outra ( o Fernando escreveu a dele ontem), é super curioso ver resenhas com opiniões um pouco diferentes.
Enfim, fui ao Raja Grill hoje.
Não por indicação, mas simplesmente por que trabalho razoavelmente perto e havia uma promoção de compra coletiva. Resolvemos almoçar lá, portanto.
O Raja Grill fica na Av. Raja Gabaglia, 3375. Próximo ao Alambique, ao Casa Raja Shopping etc.
Compramos nosso cupom com 50% de desconto (de R$59,90 por R$29,90) e logo de cara, ao chegar lá, já me surpreendi: o gerente foi super atencioso conosco, despendendo grande parte da atenção em nossa mesa.
É justo que o salão (super amplo, bem arejado e com uma vista maravilhosa da cidade) não estava cheio, mas todos nós conhecemos o atendimento que os "cupons de desconto" costumam receber.
Isso foi um ponto super positivo, e esse atendimento diferenciado prosseguiu pelo resto da nossa permanência no restaurante. Ponto para o atendimento.
O buffet:
Achei o buffet bastante honesto. Nada que se compare às maravilhas encontradas no Fogo de Chão, por exemplo, mas gostei bastante do buffet. Há pratos quentes (camarão, feijoada, dentre outros), frios (salaminho, ovos de codorna, saladas diversas - há mais de 20 opções de frios) e self-service de comida japonesa que, apesar de eu não ter experimentado, achei um pouco escasso, coisa de "para não dizerem que não temos".
A grande verdade é que, quando vou a um rodízio de carnes, realmente me concentro nas carnes, e sirvo bem pouquinho de coisas diferentes.
Ah, o arroz, fritas e banana frita vêm à mesa, o que considero bastante facilitador também.
As carnes:
Aí está o ponto no qual discordo de algumas outras resenhas já escritas por aqui. Eu achei as carnes MUITO gostosas. Desde as tradicionais picanha, medalhão, alcatra, linguiça, coração e outras às mais exóticas, como coxa de faisão (que eu não gostei muito, mas não por estar mal feita, mas pelo meu próprio paladar - o pessoal gostou bastante), javali, filé de rã e outras.
Muito bem temperadas, quase nunca mal passadas (odeio carne mal passada) e com uma rotatividade bastante dinâmica.
Só tenho a reclamar que duas das carnes que mais gosto - linguiça e alcatra recheadas com queijo - demoraram muito a passar e, quando passaram, eu já havia encerrado minha quota.
Mas nada que tire méritos do local.
Os únicos pontos negativos que pude conferir foram:
-O valor do refrigerante. Sério, R$4,90 + 10% em um refrigerante de 290mL é um absurdo.
-Estacionamento pago (R$7,00). Eu também não acho justo cobrarem estacionamento.
Enfim, vale a volta, principalmente se eu conseguir outro cupom de desconto.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Bolão
Comida boa, cerveja gelada, aberto até de manhã e com atendimento razoavelmente bom. Não preciso de mais nada. E tudo isto o Bolão tem a oferecer.
Nestas duas últimas semanas fui muito lá, pois uma amiga que voltou do exterior é apaixonada pelo Santa Tereza, e a genet foi lá umas 4 vezes nestes últimos 10 dias. Daí não pude deixar de resenhar.
O Bolão é um bar enorme, que ocupa, se não me engano, três lojas no mesmo quarteirão, uma ao lado da outra. Há mesas na calçada (minhas preferidas) ou nos salões do bar. Como os banheiros (apertados, mas sempre limpos) ficam na parte dos fundos do bar, não se incomode com o grande trânsito de pessoas, caso você pegue uma mesa na parte coberta.
Lá há um número bastante satisfatório de garçons, então você nunca espera muito tempo para um refil de cerveja ou para pedir seu tira gosto ou PFão.
Por falar em tira-gosto e PF, vamos ao cardápio. É, sem dúvida, um dos melhores cardápios da cidade, principalmente se você estiver precisando comer alguma coisa às 5h da manhã.
O Rochedão (mexido que vem com arroz, feijão, macarrão, bife, ovo) é provavelmente o prato mais pedido da noite, ao lado do delicioso espaguetti à bolonhesa.
Mas não deixe de provar a lasanha, o nhoc ou uma porçãozinha de Rock in Rio (bolinho recheado com carne e queijo, R$15 com 15 unidades. Muuuito gostoso).
O Bolão é o típico salva-noites. E salva com bastante glória!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Copo Sagrado
Enfim, essa semana conheci um destes lugares. O Copo Sagrado é um barzinho, no Sagrada Família, bastante peculiar.
Se você não conhecia e vai pela primeira vez (como foi meu caso) é provável que passe direto. Por que? Porque, pelo lado de fora, não passa de uma casa normal de um bairro tradicionalista belorizontino. Por dentro, a “casa” ainda continua de pé, porém com uma mesinha de sinuca na sala (meu sonho), um sofazinho bastante confortável e só. Daí vem o quintal.
O quintal é enorme, para umas 100 pessoas, talvez. O lugar é bem decorado, aconchegante e gostoso. Achei super esquisito entrarmos pelo palco, mas tudo bem. Haha
Por falar nisto, a casa é de samba, então vá preparado. Muita gente não gosta, mas o som do pessoal é bem bacana E não fica alto suficiente para incomodar. Não é cobrada entrada, mas o couvert custa R$5,00. Sejamos sinceros, mata ninguém, NE?
O atendimento é bastante bom, mas escasso. Acho que reparei apenas em 2 garçons lá, o que é bem pouco para o tanto de gente no bar. Então, não eram raras as vezes em que a gente tinha que ir até o balcão buscar a própria cerveja.
Mas, como todo mundo sabe, ninguém de nós fica sentado mesmo! Portanto, não custava nada irmos lá nós mesmos buscar uma gelada.
A propósito, BEM gelada, ta? E a R$4,50, o que é um preço que começa a er difícil de ser encontrado na capital mineira.
Não comi no bar, mas a Laura falou super bem da porção de torresmo. =]
Se vale o retorno? Com certeza! Super divertido aquele lugar!
Dica: Não demore muito a ir ao banheiro, tanto feminino quanto masculino, pois as vagas são limitadíssimas =]
Ah, fica na R. Santo Amaro, 449
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Via Geraes
Como já escrevi em resenhas anteriores, é sempre muito bom ser surpreendido com certos bares que a gente não conheciam, e que ficam tão pertinho de casa, né?
Tenho um amigo que mora no Santa Inês e, em uma sexta-feira sem nada para fazer, decidimos arrumar um lugarzinho para ir.
O Via Geraes é um bar relativamente novo (não sei exatamente de quando, mas procurei no Google Maps e as fotos do Street View ainda são dele em construção). Chutaria coisa de 1 ano e meio para cá.
Enfim. O lugar lá é bem grande, com área externa (fumantes, regozijem-se) e interna, e bem espaçoso também.
Como chegamos bem tarde, pegamos a única mesa vazia, a última, mas afastada da entrada, do lado de fora. Isso comprometeu um pouco o atendimento pois, como não era área de trânsito, precisávamos chamar o garçom para a troca da cerveja.
Tive a impressão, também, que ele era garçom novo (o que diminui um pouco a culpa), por que precisou de ajuda do gerente para passar cartão, por que às vezes esquecia dos pedidos...
Mas nada que chegasse a comprometer, pois ele era bastante esforçado.
A cerveja (Brahma, no dia. não cheguei a ver o cardápio) estava super gelada e por um precinho camarada, R$4,50, por aí. Fiquei super satisfeito com o pedido tradicional, também, fritas com queijo e bacon. R$16,00 e vem super bem servida.
Vale o retorno, e não só por ser perto de casa. Gostei bastante do lugar!
Ah, o Via Geraes fica na Rua Carmésia nº2, esquina com a Avenida Contagem.
Errata: O Alan (www.chicoteia.com.br) me falou que o Via Geraes é das antigas, e que o Google Street View deve estar com alguma foto de reforma. My bad, galera.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Soho Orbi
Lá vou eu para mais uma resenha que não condiz com a quantidade de estrelas atribuídas.
A pontuação que dei foi baseada em OUTRAS VISITAS minhas à casa, que é sim muito boa, como vocês podem ler nas outras resenhas.
Porém, como já há muitas resenhas falando bem, vou contar uma experiência pessoal que tive no lugar, esta semana.
Bom, esta semana fomos para lá em um grupo de 12 pessoas. Quando ligamos para reservar uma mesa, nos informaram que todas as mesas já estavam reservadas, o que era uma pena, já que queríamos muito ir ao Soho.
Porém, mesmo sem reserva, fomos para lá.
Lá chegando, como era de se esperar, não havia mesa para 12 pessoas. Ficamos em uma que cabiam umas 6 pessoas, porém até aí o pessoal todo ainda não tinha chegado.
Aquela mesinha no andar mais abaixo de todos, ao lado de um bar. Pensamos: "poxa, enquanto o pessoal não chega aqui está excelente. Ao lado do balcão? Seremos atendidos rapidinho."
Doce ilusão. O rapaz que estava no balcão (que até no pediu desculpas, dizendo estar muito nervoso) parecia novato, e demorava horrores para trazer as coisas. E, quando trazia, vinha errado.
- Uma cuba, por favor?
- Tá bom, que tal esse Martini?
É, desse nível... hahaha.
Enfim. Às 21h30 as reservas se encerram, e eles, como prometido, nos disponibilizaram uma mesa das reservas. Mesa esta para 8 pessoas. E que não cabiam as 8 sem fechar a passagem para outra mesa.
15 minutos de tentativas depois (com respostas do gerente do tipo: "não vou subir as escadas para resolver isso. Peça a algum deles para descer aqui"), nos arrumaram outra mesa, lá embaixo. Lá fomos nós descer escadas.
Mais uma vez, uma mesa que não cabia todo mundo. E lá vamos nós tentar mais uma mesa...
Uns 10 minutos depois, arrumaram a tal mesa que ficamos até o final. A mesa estava ótima, problema resolvido. Mas foi a PRIMEIRA sugestão que demos, logo que vimos que a primeira mesa que nos arrumaram não cabia todo mundo...
Isso me deixou bem chateado.
Enfim... O atendimento, no fim das contas (e tirando o garçom novato) foi ótimo. A Débora (garçonete) foi super simpática e rápida.
Sobre os jogos: se estiver de muita gente, jgue Perfil, Imagem e Ação ou um outro que coloca a carta na testa, que eu nunca lembro o nome.
Está com pouca gente? Jogue Dicionário ou, pelos velhos tempos, Pula Pirata, Pula Macaco, Quebra Gelo, Cai não Cai...
É uma ode à nostalgia, aquele lugar!!!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
UAI Scotch Bar
É sempre muito bom sair para lugares pertinho de casa (quando você mora "fora-do-eixo") e encontrar lugares agradáveis como o UAI.
Não se deixe enganar pelo nome. Não sei quanto ao resto do Brasil mas, aqui em BH, se tem SCOTCH no nome costuma estar relacionado a lugares da madrugada e mulheres da vida.
Não, este não é o caso.
O UAI Scotch Bar é um barzinho mesmo, pouca coisa acima de um boteco, na Alberto Cintra, 102 (divisa entre os bairros Cidade Nova e União).
Para te ser sincero, nunca sequer tinha reparado no bar.
Mas aceitei um convite para ir lá, e lá fui.
Estava chovendo muito no dia mas, como chegamos cedo, pudemos pegar uma mesa no pequeno espaço coberto. Nossa mesa ficou ao lado das caixas de som, mas não deu para ser incômodo, por a música não é tão alta.
Um ponto negativo que notei (que pode ser positivo, dependendo da situação) é que eles seguram MUITO tempo a reserva de mesas. Sério.
Cheguei lá às 19h e essa mesa tava reservada. 3 mesas, na verdade, formando uma só grande.
Eles foram liberar a mesa apenas às 22h30, por aí, quando finalmente se deram conta de que ninguém da reserva viria.
Mas, até esse ponto, já haviam dispensado vários clientes.
Enfim, voltando: a cerveja lá é MUITO gelada, do tipo quaaaase congelando, o que já me ganhou de cara.
Enquanto o bar estava vazio, fomos super bem atendidos mas, quando encheu, os garçons pareciam meio perdido, às vezes com 2 ou 3 atendendo a mesma mesa e deixando as outras de lado. Em um momento o garçom esqueceu do meu pedido, mas este parecia ser novato por lá.
A porção de batatas estava bem gostosa e muito bem servida. Comem 2 pessoas MUITO BEM, ou umas 3 ou 4 só para rebolar o queixo.
O preço é ótimo, a cerveja é barata e gelada, a música é boa e o público agradável.
Vale a volta, com certeza!
Principalmente considerando que não preciso me preocupar com a Lei Seca ao voltar para casa!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Haus München
Tá aí um lugar que eu não volto.
Opa, opa, "péra" lá. Toma de volta o tomate que você jogou e termina de ler a resenha.
Sempre me falaram muito bem do Haus Munchen, da carta de cervejas, da culinária alemã, que isso, que aquilo, mas eu nunca tinha oportunidade efetiva de ir lá.
Aí, numa quinta feira de dezembro, uma amiga foi comemorar o aniversário dela lá. Daí decidi unir o útil (finalmente conhecer a casa) ao agradável.
O atendimento me cativou desde o início: o garçom veio mais que ligeiro me perguntar o que eu queria beber, e aí veio a minha primeira (e quase única) decepção. E explico: saí de casa louco para tomar uma Hoegaarden. Cheguei lá e não tinha a dita cuja. Poxa, no Supermercado Extra vende Hoegaarden, como assim no Haus Munchen não tem?
Enfim. Como eu não tenho um poço de dinheiro para poder experimentar qualquer coisa que me apeteça naquele imenso cardápio (331 títulos de cerveja, no dia em que fomos), fui de Erdinger Weiss mesmo, para ser tiro certeiro. E ela veio estupidamente gelada, servida como manda o figurino, com a indispensável reboladinha (da garrafa, não do garçom) antes de servir o restinho da espuma. Ponto para a casa!
Outra surpresa agradabilíssima que tive foi que eles têm um check-in premiado (não sei se é sempre ou se foi só aquele dia) do Foursquare, e basta fazer o check-in para ganhar um chope. Beleza, mas um ponto prá casa.
Aí chega a hora de ir embora. E agora, meu caro amigo, você vai entender o por que da minha nota ser MUITO BOM mas eu ter falado, logo na primeira frase, que não volto.
Poxa... Duas Erdinger e um chope (fora o chope de graça. Teve um que eu paguei mesmo) me custaram quase R$45,00. Sem brincadeira. É MUITO caro para o que foi consumido. Isso por que eu não comi nada. Foi só isso que bebi mesmo e pronto.
Isso é bem brochante para quem é estagiário e tá custando a conseguir pagar as rodadas de cerveja no barzinho da esquina.
Enfim. Se você curte experimentar cervejas diferentes e e tem um pouquinho mais de grana que eu, vai lá que é batata. Mas, para mim, não dá...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Bar Tudo Legal (ACM)
Esse tal de Bar Tudo Legal é um velho conhecido do pessoal do Kekanto aqui de BH.
É um tal de ACM prá lá, Cobrinha prá cá... hahaha
Aí vai só aguçando a curiosidade da gente.
Sexta feira prá trás a Pri soltou no Facebook que ia prá lá. O Leo Morita aumentou o quórum, prontamente. Eu, que tenho coceira nas partes e não consigo ficar em casa, fui atrás, né?
Acabei chegando lá e descobrindo que eu já conhecia o bar, porém quase só de passagem. Lá fomos nós, então...
Apesar da nota estar em MUITO BOM, de cara vou dar um ponto negativo, mas que eu relevei por que todo mundo falou o contrário das outras vezes que foram: a cerveja não estava NADA gelada...
Não digo que estava quente, de jeito nenhum, mas gelada também não estava. Tava daquele jeito que dá prá beber, mas podia melhorar, bastante.
Lá é bem pequeno, com mesas na rua e, talvez pelo tamanho, o atendimento estava brilhando. Rapidinho para trocar a cerveja, rapidinho para trazer comidinhas - o Leo comeu um sanduíche lá que disse estar bem gostoso - e rapidinho para trazer a conta.
No dia, o pessoal tinha programa para depois, enão fomos embora bem cedo, portanto vou ter que voltar lá com calma para saber como é o negócio.
Mas, de cara, posso dizer que a cerveja é MUITO barata, pois a conta foi bem tranquila.
Mas minha resenha vai ficar incompleta, dessa vez, mas prometo retornar e fazer uma avaliação melhor.
Fica na Paulo Afonso - 16, bem na esquina com a Contorno.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Surubim no Espeto - Lourdes
Eu conhecia o Surubim da Cidade Nova, que inclusive já fora resenhado aqui, e sempre gostei bastante de lá.
Sequer sabia que existia este em Lourdes mas, como era evento do Kekanto e momento para rever pessoas tããão legais, para lá me dirigi.
A casa apresenta 3 andares dos quais, no dia do evento, apenas 2 estavam com cadeiras e mesas disponíveis. Ao que parece, o terceiro andar está em reformas ou algo assim.
Um ponto positivo que notei foi a presença de televisão apenas no primeiro andar. Assim, caso você seja de outro planeta e não queira ser incomodado por jogos de futebol, pode procurar uma mesa no segundo andar e se ver livre de qualquer manifestação mais exaltada.
O lugar é bem decorado e bonito, e o atendimento, apensar de ser um dos piores que eu já vi EM EVENTOS DO KEKANTO, não deixa a desejar. DIgo isto por que, nos outros eventos, os garçons ficavam extremamente preocupados com o nosso conforto e bem estar, sempre trazendo novas cervejas e quitutes. No Surubim foi diferente, não sendo nada raras as vezes em que precisávamos ir ao balcão buscar cervejas.
Apesar de não ter comido muito, os tira-gostos estavam bastantes (isso tem plural, acreditam?!!? ERRATA - A Pipoca me falou que esse uso do plural tá errado mas, por que achei legal fazer essa errata, vou deixar o plural como está!!) gostosos e acerveja sempre gelada!
Vale o retorno, fácil fácil.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Churrasqueira - Juiz de Fora
Em um sábado chuvoso, para lá de 2h30 da manhã, fui com alguns parentes (coisa de 18 pessoas) para o Churrasqueira, em Juiz de Fora.
Tinha bastante gente no lugar, mas não foi difícil arrumar mesas, já que os garçons providenciaram para nós uma mesa bem comprida, rapidinho.
O lugar é absurdamente agradável. Há uma varandinha (essa sim, já toda ocupada na hora em que chegamos) e a parte interna. Ficamos bem de frente para uma chopeira da Antuérpia (que eu infelizmente não bebi, apesar de ter ficado com água na boca) e ao lado da "vitrine" de sushis que, aliás, estavam bem bonitos.
A gente, de cara, epdiu uma Bohemia, que depois foi trocada por Original, ambas muuuito geladas.
O atendimento foi surpreendente, nunca precisando pedir cerveja, pois os garçons sempre trocavam assim que acabava o líquido sagrado.
Pedimos também contra-filé na chapa, que vem acompanhado de pão-de-alho, vinagrete e farofa e também uma porção de mussarela na chapa, bastante deliciosa também.
Ah, a batata frita não perde em nada para lugar nenhum, mas também não chega a ser destaque. É batata-frita e pronto.
Agora vem a parte ruim: que preços são aqueles?!?!?! Tá certo que a nossa mesa tinha quase 20 pessoas, mas em 40 minutos a conta bater R$600 é um absurdo fora do comum, não acham?
Ninguém estava bebendo nada diferente de cerveja (a quase R$8 a garrafa) e não é como se alguém tivesse comido o suficiente para realmente matar a fome, já que não só eu como mais umas 6 pessoas ainda estavam com fome quando saímos.
O bar é excelente, bonito, as pessoas agradabilíssimas, o atendimento sensacional. Mas, por este preço, prefiro não voltar.
sábado, 29 de outubro de 2011
Farroupilha Grill - Olegário Maciel
O restaurante fica em uma região privilegiada de Belo Horizonte, no Lourdes, com fácil acesso de qualquer lugar que você estiver.
Vou começar pelo ponto positivo do lugar. O atendimento merece destaque especial. Fui super bem atendido lá pelos garçons, pelo gerente, pelo maitre. Eu tinha mesa reservada e fui o primeiro do pessoal a chegar. Enquanto esperava, o gerente veio à mesa perguntando se eu era o Gustavo Dourado, se apresentou, se prontificou a resolver qualquer problema.
Os garçons também sempre bem solícitos com tudo.
E eu digo que, infelizmente, este é o único ponto positivo da casa.
Não que a comida seja ruim. Definitivamente não é. O churrasco é gostoso, a variedade de carnes não compromete e não faltam à mesa.
Porém é um rodízio caro para o que oferece - R$40,00 por pessoas e mulheres pagam meia de 2ª a 6ª.
Se você comparar com lugares como o Porcão ou o Ambrósio´s, que cobram lá seus R$80 por rodízio, pareec ser errado reclamar dos R$40 cobrados.
Mas devemos nos lembrar que o Baby Beef, por exemplo, não perde em nada pro Porcão - na minha opinião - e, durante a semana, custa uns R$37,90.
Não voltou lá, mas não por ser ruim, não por ser mal atendido. Muito pelo contrário.
Não volto lá por que o custo-benefício é baixíssimo.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Xico da Carne - Barro Preto
São 3 lojas - Cidade Nova, Santa Inês e Barro Preto - super bem decoradas, todas com o mesmo estilo rústico e um belo calhambeque pendurado em alguma parede. Essa coisa de identidade que a casa tem é bem legal e, em qualquer uma das unidades que você estiver, a sensação é de estar no emsmo lugar.
Sexta feira passada fui ao Xico da Carne do Barro Preto, que fica na GUAJAJARAS 1437, quase na esquina com a Amazonas. Não conhecia esse Xico - era o único, dos 3, que eu não conhecia - e, numa boa?, foi uma experiência bastante frustrante.
O bar estava entupido de gente, inclusive com fila de espera, e é um lugar bem grande. Porém, a falta de garçons faz com que seu pedido demore anos para chegar. E demora mesmo. Do tipo: peça outra cerveja assim que a sua chegar. Garanto que ela não chega antes de você acabar.
Fora o ponto negativo da falta de garçons que, para mim, é o pior, a casa é quente demaaais, e não vi um ventilador sequer por lá. Então, vá bastante preparado para suar um pouco e não se refrescar a tempo.
Quando eu cheguei, o pessoal já tinha devorado um filé com fritas (não sei dizer bem qual carne era, realmente não me lembro) que não foi muito elogiado, para ser sincero. Inclusive, havia alguns pedaços de carne ainda no prato, que foram embora na quarta vez que o garçom passou, quando ele se tocou que deveria recolher os restos.
Comi do pão de alho e estava bem gostoso. Porém, se uma churrascaria conseguir errar no pão de alho, pode pedir para sair, zero-dois.
Brincadeiras à parte, esta unidade do Xico não me cativou. Nota 5 e sem retorno.
Vale lembrar que as outras duas são excelentes!!!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Via Cristina
Se você, assim como eu, é chegado em uma cachacinha, dê um pulo URGENTEMENTE no Via Cristina. Mas cuidado para não tomar um susto quando der de cara com uma parede de mais de 500 cachaças diferentes (acessíveis por escadas com rodas, feito aquelas bibliotecas de filmes - o que dá um charme inigualável ao lugar).
O Via Cristina fica em uma sobre-loja na Rua Cristina - mas eu sinceramente não sei o que funciona embaixo.
Procure pegar uma mesa próxima às janelas, pois a casa é bastante quente, apesar de bem ventilada por circuladores de ar.
O atendimento é bom, mas nada excepcional, e os tira-gostos do lugar são bons mas, também, nada acima da média. É o mesmo atendimento e comida gostosa que você encontra em 75% dos bons bares da cidade.
O que faz a diferença ali mesmo é a carta de cachaças.
Não deixe de experimentar a saborosa Lorena ou a famósa Áurea Custódio (que custam mais de R$15 a dose) ou, talvez, uma Minas Dourada, que é bem mais baratinha (uns R$3,50 a dose) mas é produzida pela minha família!
E bom divertimento!
domingo, 2 de outubro de 2011
Bar Social
Fica logo atrás do Bar da Dalva, no cruzamento da Getúlio vargas com a Afonso Pena.
Eu não conhecia o Bar social, mas sempre ouvia falar muito bem, muita gente elogiava.
Vou te dizer que fiquei um tanto quanto surpreso, ainda assim.
Tá certo que estávamos em um evento fechado, daí pode ser que a atenção estava redobrada em nós, mas que atendimento, hein?
Eram praticamente dois garçons exclusivos para nós, trazendo cerveja - Backer, diga-se de passagem, da MELHOR qualidade.
Aliás, acho que nunca tinha bebido a Backer Weiss... como é boa essa cerveja, hein? E a do Social estava absurdamente gelada, muito muito boa mesmo!!!
Por ter sido um evento específico, do Kekanto, provavelmente tivemos uma atenção especial por lá.
Mas o atendimento foi espetacular.
Vou dar um jeito de voltar lá, para ver se é sempre assim...