sábado, 29 de outubro de 2011

Farroupilha Grill - Olegário Maciel

Estive no Farroupilha na sexta-feira com o pessoal do trabalho, no horário do almoço.

O restaurante fica em uma região privilegiada de Belo Horizonte, no Lourdes, com fácil acesso de qualquer lugar que você estiver.

Vou começar pelo ponto positivo do lugar. O atendimento merece destaque especial. Fui super bem atendido lá pelos garçons, pelo gerente, pelo maitre. Eu tinha mesa reservada e fui o primeiro do pessoal a chegar. Enquanto esperava, o gerente veio à mesa perguntando se eu era o Gustavo Dourado, se apresentou, se prontificou a resolver qualquer problema.

Os garçons também sempre bem solícitos com tudo.

E eu digo que, infelizmente, este é o único ponto positivo da casa.

Não que a comida seja ruim. Definitivamente não é. O churrasco é gostoso, a variedade de carnes não compromete e não faltam à mesa.

Porém é um rodízio caro para o que oferece - R$40,00 por pessoas e mulheres pagam meia de 2ª a 6ª.

Se você comparar com lugares como o Porcão ou o Ambrósio´s, que cobram lá seus R$80 por rodízio, pareec ser errado reclamar dos R$40 cobrados.

Mas devemos nos lembrar que o Baby Beef, por exemplo, não perde em nada pro Porcão - na minha opinião - e, durante a semana, custa uns R$37,90.

Não voltou lá, mas não por ser ruim, não por ser mal atendido. Muito pelo contrário.

Não volto lá por que o custo-benefício é baixíssimo.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Xico da Carne - Barro Preto

A franquia Xico da Carne (que não sei se é franquia ou várias lojas do mesmo dono) tem crescido bastante em Belo Horizonte.

São 3 lojas - Cidade Nova, Santa Inês e Barro Preto - super bem decoradas, todas com o mesmo estilo rústico e um belo calhambeque pendurado em alguma parede. Essa coisa de identidade que a casa tem é bem legal e, em qualquer uma das unidades que você estiver, a sensação é de estar no emsmo lugar.

Sexta feira passada fui ao Xico da Carne do Barro Preto, que fica na GUAJAJARAS 1437, quase na esquina com a Amazonas. Não conhecia esse Xico - era o único, dos 3, que eu não conhecia - e, numa boa?, foi uma experiência bastante frustrante.

O bar estava entupido de gente, inclusive com fila de espera, e é um lugar bem grande. Porém, a falta de garçons faz com que seu pedido demore anos para chegar. E demora mesmo. Do tipo: peça outra cerveja assim que a sua chegar. Garanto que ela não chega antes de você acabar.

Fora o ponto negativo da falta de garçons que, para mim, é o pior, a casa é quente demaaais, e não vi um ventilador sequer por lá. Então, vá bastante preparado para suar um pouco e não se refrescar a tempo.

Quando eu cheguei, o pessoal já tinha devorado um filé com fritas (não sei dizer bem qual carne era, realmente não me lembro) que não foi muito elogiado, para ser sincero. Inclusive, havia alguns pedaços de carne ainda no prato, que foram embora na quarta vez que o garçom passou, quando ele se tocou que deveria recolher os restos.

Comi do pão de alho e estava bem gostoso. Porém, se uma churrascaria conseguir errar no pão de alho, pode pedir para sair, zero-dois.

Brincadeiras à parte, esta unidade do Xico não me cativou. Nota 5 e sem retorno.

Vale lembrar que as outras duas são excelentes!!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Via Cristina

Ah, como eu gosto de cachaça...

Se você, assim como eu, é chegado em uma cachacinha, dê um pulo URGENTEMENTE no Via Cristina. Mas cuidado para não tomar um susto quando der de cara com uma parede de mais de 500 cachaças diferentes (acessíveis por escadas com rodas, feito aquelas bibliotecas de filmes - o que dá um charme inigualável ao lugar).

O Via Cristina fica em uma sobre-loja na Rua Cristina - mas eu sinceramente não sei o que funciona embaixo.
Procure pegar uma mesa próxima às janelas, pois a casa é bastante quente, apesar de bem ventilada por circuladores de ar.

O atendimento é bom, mas nada excepcional, e os tira-gostos do lugar são bons mas, também, nada acima da média. É o mesmo atendimento e comida gostosa que você encontra em 75% dos bons bares da cidade.

O que faz a diferença ali mesmo é a carta de cachaças.

Não deixe de experimentar a saborosa Lorena ou a famósa Áurea Custódio (que custam mais de R$15 a dose) ou, talvez, uma Minas Dourada, que é bem mais baratinha (uns R$3,50 a dose) mas é produzida pela minha família!

E bom divertimento!

domingo, 2 de outubro de 2011

Bar Social

Sexta-feira fui com o pessoal do Kekanto ao Bar Social.

Fica logo atrás do Bar da Dalva, no cruzamento da Getúlio vargas com a Afonso Pena.

Eu não conhecia o Bar social, mas sempre ouvia falar muito bem, muita gente elogiava.
Vou te dizer que fiquei um tanto quanto surpreso, ainda assim.

Tá certo que estávamos em um evento fechado, daí pode ser que a atenção estava redobrada em nós, mas que atendimento, hein?

Eram praticamente dois garçons exclusivos para nós, trazendo cerveja - Backer, diga-se de passagem, da MELHOR qualidade.

Aliás, acho que nunca tinha bebido a Backer Weiss... como é boa essa cerveja, hein? E a do Social estava absurdamente gelada, muito muito boa mesmo!!!

Por ter sido um evento específico, do Kekanto, provavelmente tivemos uma atenção especial por lá.
Mas o atendimento foi espetacular.

Vou dar um jeito de voltar lá, para ver se é sempre assim...

sábado, 24 de setembro de 2011

Família Paulista

O Família Paulista participa, quase todo ano, do Festival Comida Di Buteco, o maior festival gastronômico da cidade.
Durante o festival, estive lá apenas uma vez, e recomendo fortemente o rpato que participou (não sei se ainda é oferecido) – Trouxinha de Feijão Tropeiro. MUITO bom. MESMO!

Enfim, voltando ao bar. Fica localizado na Cidade Nova, com fácil acesso pela Cristiano Machado ao pela José Cândido da Silveira, em uma galeria. São 2 bares – o Luciano´s e o Família Paulista – e um restaurante japonês, fora algumas lojinhas que só abrem durante o dia.

O local é excelente, super ventilado – a galeria é aberta, então evite dias de chuva. O Família Paulista oferece algumas mesas cobertas, mas poucas.

A cerveja está sempre bem gelada, e os tira-gostos são muito bons, mas nada acima da média (tirando a já citada trouxinha, dentre as coisas que já experimentei).

O atendimento também não compromete, mas os garçons são bastante fechados, ao menos a clientes novos. Particularmente acho isso bastante chato, pois o garçom que sabe interagir com a mesa ganha muitos pontos.

Meu veredicto: se está de casal ou família, sente-se lá. É uma boa pedida. Porém, se estiver de turma, prefira o Luciano´s que, apesar de estar poucos metros à frente, é um lugar bem mais descontraído e simpático.

Fica na Rua Luther King, 242

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Barnabé

O Matheus mim, meu primo, me perguntou por que eu nunca tinha feito uma resenha do Barnabé.

Eu até dei uma resposta, mas que nem a mim mesmo convenceu. Então, pensando nisso, resolvi escrever a resenha.

E bônus, ainda, para compensar o tempo distante do blog =]

Aproveitem.

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Guilty pleasure (prazer culpado, em tradução livre) é uma expressão do inglês que representa uma coisa que você adora, ama mesmo, mas tem vergonha de assumir para as pessoas. E SABE que não deveria gostar. É tipo você falar que gosta de Justin Bieber, algo assim.

Essa é minha história com o Barnabé. Apesar de não ter vergonha de assumir que gosto, eu sei que não deveria gostar de lá. Mas gosto. E muito!

Pense em um bar copo sujo. O Barnabé provavelmente criou este termo.

O bar é apertado – na verdade, o bar mesmo é na rua, onde ficam as cadeiras. Dentro do bar mesmo só os freezers, o balcão e o banheiro.

Aliás, o banheiro... Sempre sujo e bem pequeno (ainda mais para mim, um pouco acima da média ^^).

Não há nada para se comer além de uns pastéis fritos em uma gordura velha, que eu nunca tive coragem de comer, e chips, doces, balas, chocolates etc.

Daí você me pergunta: “por que você vai lá, então?”

Todos os dias eu tento me responder esta pergunta – realmente não sei.

Deve ser por que eu sou super bem atendido por lá (Vitinho e Itamar, os donos, são os próprios garçons, ajudados pelo Bolinha, que dá uma força absurda) e fico muito à vontade.
À vontade mesmo. Seja em pé, tomando uma cerveja com o Vitinho enquanto aguardo uma mesa, ou sentado em algum canto da calçada, me sinto muito em casa.

Pode ser por que eu sou farrista, e aquele lugar não fecha.
Não fecha mesmo. Talvez umas 2h por dia, no máximo. Já cheguei a sair de lá depois das 14h, vindo de outra festa e parando por lá às 5h da matina.

A cerveja não é barata, mas também não é impraticável. Nos mesmos R$5,00 e pouco de qualquer lugar, mas há várias opções, entre Brahma, Antártica, Skol, Bohemia, Original e Heineken.

É o tipo de lugar que você tem que ir e ver se você se adapta. Eu amo, alguns amigos gostam e outros repudiam. Mas é a vida.

Dá uma passada lá e veja por si mesmo. Mas não se assuste, e mantenha em mente que nem sempre a primeira impressão é a que fica.

O Barnabé fica na Av Assis Chateaubriand, 317

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Asa Grill

Desse aqui é fácil fácil falar.

O Asa Grill fica praticamente em frente à minha casa. Portanto, vocês já sabem 2 coisas:

1 - Maaaais ou menos onde eu moro.

2 - Vou lá prá caramba.

Então. O ambiente lá é bastante ventilado (o lugar é como se fosse um quiosque grande, com uns 30 x 30m, então cabe gente prá caramba. É super ventilado e tal.

Há área para fumantes, em um pedacinho que não é coberto pelo quiosque, e há também brinquedos para os pais (sim, por que podem cuidar das suas vidas enquanto seus filhos se divertem).

Agora vamos ao que realmente interessa: os comes, os bebes e os que atendem.

A começar pelos que atendem: o atendimento lá não é, nem de longe, o melhor que você já viu.

Mas também não compromete em absolutamente nada.

Sabe aquele garçom que espera você pedir uma cerveja para buscar outra?
Aquele que te vê olhando o cardápio, mas não se antecipa à mesa para saber se pode te ajudar em alguma coisa?

Pois é. Este é o atendimento lá. Mas, quando você chama os garçons, eles são sempre bem solícitos, e trazem seu pedido com bastante presteza.
Digamos, nota 7,5.

Aos bebes: a cerveja (de várias marcas tradicionais: Skol, Brahma, Bohemia, Original) está sempre bem gelada. Sério. Acho que nunca peguei uma cerveja MEIO quente lá. Sempre geladinha geladinha. E o preço, apesar de EU achar ruim, é o praticado por todos os bares em Belo Horizonte, coisa de R$5,00 a garrafa. Isso implica dizer que eu acho ruim o preço da cerveja de quase todos os bares da cidade. Enfim...

Os comes: nunca fui muito de variar o cardápio por lá, não.
Conheço, e recomendo para qualquer um que for lá:

1 - Chapa mista: é grande! Dá para uns 3 mortos de fome, por aí. Vem com batata frita e uns 3 ou 4 tipos diferentes de carne, e não é cara. Custa uns R$25, give or take.

2 - Porção de torresmo - sabe aquele torresmo CHEIO de gordura? Pois é, pensa no contrário. É praticamente só carne no torresmo do Asa Grill, o que particularmente acho uma maravilha. Tem gente que gosta mais daquela gordurinha crocante. Eu prefiro a carne do torresmo.
Nota 9, fácil fácil.

3 - Asinha de frango com queijo - muuuuito bom também. E não tenha vergonha de sujar as mãos.

Lá também é excelente, por passam os jogos dos times mineiros no Campeonato Brasileiro, convivendo harmoniosamente Cruzeirenses e Atleticanos.

É um bar para se voltar, principalmente por ser tão pertinho para mim. Mas não se preocupe. Entre em um carro, dirija 10, 15, 20 minutos, que você não se arrependerá!

Av José Cleto, 300, bairro Palmares. Aceita cartões de débito e crédito e tem acesso para deficientes.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Depois de um longo e tenebroso inverno...

Fala botequeiros, beleza?

Então, ando atualizando bem pouco, mas estou de volta.  Aguardem pois essa semana ainda haverá resenhas!!!

Grande abraço a todos!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Almanaque - Pium-Ì

Tá aí, outra supresa excelente.

O Prof. Rodrigo comentou, em outro post, que tinha virado fã do Almanaque.
Daí fui lá para saber se ele estava viajando ou se o trem é bom mesmo.

Já conhecia o Almanaque localizado no Minas Shopping e, para ser bem sincero, nunca gostei muito do lugar. Só vende chope, é apertado e os garçons não passam da média.

Porém, na Pium-Ì a história é outra.
O lugar é enorme (eu só conhecia aquela área da frente, depois vi que são 4 "ambientes" na casa), bem ventilado e há um espaço excelente entre as mesas, oq ue facilita bastante na hora de circular por lá (e, convenhamos, na hora de o garçom vir com a cerveja).

A cerveja, a propósito, é uma Bohemia da melhor qualidade - não sei das outras, mas a Bohemia estava geladaça - e vem servida naqueles baldes com gelo, o que mantem a cerveja gelada e diminui a quantidade de vezes necessárias para chamar o garçom.

Outra sacadinha genial que há no Almanaque: esqueça aquela história de ficar alguns segundos com as mãos levantadas, esperando ser notado por algum garçom.
Em cada mesa há um aparelhinho que, quando apertado, ativa um mostrador digital na parede, com o número da mesa, para o garçom saber que é solicitado.

Me disseram que isto está pegando em vários bares, mas até hoje só vi no Almanaque.

Last, but not least, o atendimento. Tá aí uma coisa que ganha cliente fácil fácil. E o atendimento estava impecável. Acabou o balde? Nem se preocupe em pedir outro. Quando voce notar que o balde está vazio o garçom provavelmente já estará com outro por perto.

Se vale o retorno? Com certeza absoluta.

Se eu não tiver outro bar para ir, não vou me arriscar, me encontra no Almanaque.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pulo do Gato

Galera,

eu juro por Deus que eu havia escrito a resenha de hoje...

Porém, deu um pau danado aqui no Blogger e minha resenha não foi salva.
Perdi tudo, uma das melhores resenhas.

Enfim, o bar tá indicado, gostei muito.
hahaha

Essa semana tem mais!