Sei que estou em dívida, mas fim de ano na faculdade tá complicado. A gente faz o que dá, né?
Eu conhecia o Surubim da Cidade Nova, que inclusive já fora resenhado aqui, e sempre gostei bastante de lá.
Sequer sabia que existia este em Lourdes mas, como era evento do Kekanto e momento para rever pessoas tããão legais, para lá me dirigi.
A casa apresenta 3 andares dos quais, no dia do evento, apenas 2 estavam com cadeiras e mesas disponíveis. Ao que parece, o terceiro andar está em reformas ou algo assim.
Um ponto positivo que notei foi a presença de televisão apenas no primeiro andar. Assim, caso você seja de outro planeta e não queira ser incomodado por jogos de futebol, pode procurar uma mesa no segundo andar e se ver livre de qualquer manifestação mais exaltada.
O lugar é bem decorado e bonito, e o atendimento, apensar de ser um dos piores que eu já vi EM EVENTOS DO KEKANTO, não deixa a desejar. DIgo isto por que, nos outros eventos, os garçons ficavam extremamente preocupados com o nosso conforto e bem estar, sempre trazendo novas cervejas e quitutes. No Surubim foi diferente, não sendo nada raras as vezes em que precisávamos ir ao balcão buscar cervejas.
Apesar de não ter comido muito, os tira-gostos estavam bastantes (isso tem plural, acreditam?!!? ERRATA - A Pipoca me falou que esse uso do plural tá errado mas, por que achei legal fazer essa errata, vou deixar o plural como está!!) gostosos e acerveja sempre gelada!
Vale o retorno, fácil fácil.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Churrasqueira - Juiz de Fora
Essa resenha é diretamente de Juiz de Fora, então não achem ruim demais.
Em um sábado chuvoso, para lá de 2h30 da manhã, fui com alguns parentes (coisa de 18 pessoas) para o Churrasqueira, em Juiz de Fora.
Tinha bastante gente no lugar, mas não foi difícil arrumar mesas, já que os garçons providenciaram para nós uma mesa bem comprida, rapidinho.
O lugar é absurdamente agradável. Há uma varandinha (essa sim, já toda ocupada na hora em que chegamos) e a parte interna. Ficamos bem de frente para uma chopeira da Antuérpia (que eu infelizmente não bebi, apesar de ter ficado com água na boca) e ao lado da "vitrine" de sushis que, aliás, estavam bem bonitos.
A gente, de cara, epdiu uma Bohemia, que depois foi trocada por Original, ambas muuuito geladas.
O atendimento foi surpreendente, nunca precisando pedir cerveja, pois os garçons sempre trocavam assim que acabava o líquido sagrado.
Pedimos também contra-filé na chapa, que vem acompanhado de pão-de-alho, vinagrete e farofa e também uma porção de mussarela na chapa, bastante deliciosa também.
Ah, a batata frita não perde em nada para lugar nenhum, mas também não chega a ser destaque. É batata-frita e pronto.
Agora vem a parte ruim: que preços são aqueles?!?!?! Tá certo que a nossa mesa tinha quase 20 pessoas, mas em 40 minutos a conta bater R$600 é um absurdo fora do comum, não acham?
Ninguém estava bebendo nada diferente de cerveja (a quase R$8 a garrafa) e não é como se alguém tivesse comido o suficiente para realmente matar a fome, já que não só eu como mais umas 6 pessoas ainda estavam com fome quando saímos.
O bar é excelente, bonito, as pessoas agradabilíssimas, o atendimento sensacional. Mas, por este preço, prefiro não voltar.
Em um sábado chuvoso, para lá de 2h30 da manhã, fui com alguns parentes (coisa de 18 pessoas) para o Churrasqueira, em Juiz de Fora.
Tinha bastante gente no lugar, mas não foi difícil arrumar mesas, já que os garçons providenciaram para nós uma mesa bem comprida, rapidinho.
O lugar é absurdamente agradável. Há uma varandinha (essa sim, já toda ocupada na hora em que chegamos) e a parte interna. Ficamos bem de frente para uma chopeira da Antuérpia (que eu infelizmente não bebi, apesar de ter ficado com água na boca) e ao lado da "vitrine" de sushis que, aliás, estavam bem bonitos.
A gente, de cara, epdiu uma Bohemia, que depois foi trocada por Original, ambas muuuito geladas.
O atendimento foi surpreendente, nunca precisando pedir cerveja, pois os garçons sempre trocavam assim que acabava o líquido sagrado.
Pedimos também contra-filé na chapa, que vem acompanhado de pão-de-alho, vinagrete e farofa e também uma porção de mussarela na chapa, bastante deliciosa também.
Ah, a batata frita não perde em nada para lugar nenhum, mas também não chega a ser destaque. É batata-frita e pronto.
Agora vem a parte ruim: que preços são aqueles?!?!?! Tá certo que a nossa mesa tinha quase 20 pessoas, mas em 40 minutos a conta bater R$600 é um absurdo fora do comum, não acham?
Ninguém estava bebendo nada diferente de cerveja (a quase R$8 a garrafa) e não é como se alguém tivesse comido o suficiente para realmente matar a fome, já que não só eu como mais umas 6 pessoas ainda estavam com fome quando saímos.
O bar é excelente, bonito, as pessoas agradabilíssimas, o atendimento sensacional. Mas, por este preço, prefiro não voltar.
sábado, 29 de outubro de 2011
Farroupilha Grill - Olegário Maciel
Estive no Farroupilha na sexta-feira com o pessoal do trabalho, no horário do almoço.
O restaurante fica em uma região privilegiada de Belo Horizonte, no Lourdes, com fácil acesso de qualquer lugar que você estiver.
Vou começar pelo ponto positivo do lugar. O atendimento merece destaque especial. Fui super bem atendido lá pelos garçons, pelo gerente, pelo maitre. Eu tinha mesa reservada e fui o primeiro do pessoal a chegar. Enquanto esperava, o gerente veio à mesa perguntando se eu era o Gustavo Dourado, se apresentou, se prontificou a resolver qualquer problema.
Os garçons também sempre bem solícitos com tudo.
E eu digo que, infelizmente, este é o único ponto positivo da casa.
Não que a comida seja ruim. Definitivamente não é. O churrasco é gostoso, a variedade de carnes não compromete e não faltam à mesa.
Porém é um rodízio caro para o que oferece - R$40,00 por pessoas e mulheres pagam meia de 2ª a 6ª.
Se você comparar com lugares como o Porcão ou o Ambrósio´s, que cobram lá seus R$80 por rodízio, pareec ser errado reclamar dos R$40 cobrados.
Mas devemos nos lembrar que o Baby Beef, por exemplo, não perde em nada pro Porcão - na minha opinião - e, durante a semana, custa uns R$37,90.
Não voltou lá, mas não por ser ruim, não por ser mal atendido. Muito pelo contrário.
Não volto lá por que o custo-benefício é baixíssimo.
O restaurante fica em uma região privilegiada de Belo Horizonte, no Lourdes, com fácil acesso de qualquer lugar que você estiver.
Vou começar pelo ponto positivo do lugar. O atendimento merece destaque especial. Fui super bem atendido lá pelos garçons, pelo gerente, pelo maitre. Eu tinha mesa reservada e fui o primeiro do pessoal a chegar. Enquanto esperava, o gerente veio à mesa perguntando se eu era o Gustavo Dourado, se apresentou, se prontificou a resolver qualquer problema.
Os garçons também sempre bem solícitos com tudo.
E eu digo que, infelizmente, este é o único ponto positivo da casa.
Não que a comida seja ruim. Definitivamente não é. O churrasco é gostoso, a variedade de carnes não compromete e não faltam à mesa.
Porém é um rodízio caro para o que oferece - R$40,00 por pessoas e mulheres pagam meia de 2ª a 6ª.
Se você comparar com lugares como o Porcão ou o Ambrósio´s, que cobram lá seus R$80 por rodízio, pareec ser errado reclamar dos R$40 cobrados.
Mas devemos nos lembrar que o Baby Beef, por exemplo, não perde em nada pro Porcão - na minha opinião - e, durante a semana, custa uns R$37,90.
Não voltou lá, mas não por ser ruim, não por ser mal atendido. Muito pelo contrário.
Não volto lá por que o custo-benefício é baixíssimo.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Xico da Carne - Barro Preto
A franquia Xico da Carne (que não sei se é franquia ou várias lojas do mesmo dono) tem crescido bastante em Belo Horizonte.
São 3 lojas - Cidade Nova, Santa Inês e Barro Preto - super bem decoradas, todas com o mesmo estilo rústico e um belo calhambeque pendurado em alguma parede. Essa coisa de identidade que a casa tem é bem legal e, em qualquer uma das unidades que você estiver, a sensação é de estar no emsmo lugar.
Sexta feira passada fui ao Xico da Carne do Barro Preto, que fica na GUAJAJARAS 1437, quase na esquina com a Amazonas. Não conhecia esse Xico - era o único, dos 3, que eu não conhecia - e, numa boa?, foi uma experiência bastante frustrante.
O bar estava entupido de gente, inclusive com fila de espera, e é um lugar bem grande. Porém, a falta de garçons faz com que seu pedido demore anos para chegar. E demora mesmo. Do tipo: peça outra cerveja assim que a sua chegar. Garanto que ela não chega antes de você acabar.
Fora o ponto negativo da falta de garçons que, para mim, é o pior, a casa é quente demaaais, e não vi um ventilador sequer por lá. Então, vá bastante preparado para suar um pouco e não se refrescar a tempo.
Quando eu cheguei, o pessoal já tinha devorado um filé com fritas (não sei dizer bem qual carne era, realmente não me lembro) que não foi muito elogiado, para ser sincero. Inclusive, havia alguns pedaços de carne ainda no prato, que foram embora na quarta vez que o garçom passou, quando ele se tocou que deveria recolher os restos.
Comi do pão de alho e estava bem gostoso. Porém, se uma churrascaria conseguir errar no pão de alho, pode pedir para sair, zero-dois.
Brincadeiras à parte, esta unidade do Xico não me cativou. Nota 5 e sem retorno.
Vale lembrar que as outras duas são excelentes!!!
São 3 lojas - Cidade Nova, Santa Inês e Barro Preto - super bem decoradas, todas com o mesmo estilo rústico e um belo calhambeque pendurado em alguma parede. Essa coisa de identidade que a casa tem é bem legal e, em qualquer uma das unidades que você estiver, a sensação é de estar no emsmo lugar.
Sexta feira passada fui ao Xico da Carne do Barro Preto, que fica na GUAJAJARAS 1437, quase na esquina com a Amazonas. Não conhecia esse Xico - era o único, dos 3, que eu não conhecia - e, numa boa?, foi uma experiência bastante frustrante.
O bar estava entupido de gente, inclusive com fila de espera, e é um lugar bem grande. Porém, a falta de garçons faz com que seu pedido demore anos para chegar. E demora mesmo. Do tipo: peça outra cerveja assim que a sua chegar. Garanto que ela não chega antes de você acabar.
Fora o ponto negativo da falta de garçons que, para mim, é o pior, a casa é quente demaaais, e não vi um ventilador sequer por lá. Então, vá bastante preparado para suar um pouco e não se refrescar a tempo.
Quando eu cheguei, o pessoal já tinha devorado um filé com fritas (não sei dizer bem qual carne era, realmente não me lembro) que não foi muito elogiado, para ser sincero. Inclusive, havia alguns pedaços de carne ainda no prato, que foram embora na quarta vez que o garçom passou, quando ele se tocou que deveria recolher os restos.
Comi do pão de alho e estava bem gostoso. Porém, se uma churrascaria conseguir errar no pão de alho, pode pedir para sair, zero-dois.
Brincadeiras à parte, esta unidade do Xico não me cativou. Nota 5 e sem retorno.
Vale lembrar que as outras duas são excelentes!!!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Via Cristina
Ah, como eu gosto de cachaça...
Se você, assim como eu, é chegado em uma cachacinha, dê um pulo URGENTEMENTE no Via Cristina. Mas cuidado para não tomar um susto quando der de cara com uma parede de mais de 500 cachaças diferentes (acessíveis por escadas com rodas, feito aquelas bibliotecas de filmes - o que dá um charme inigualável ao lugar).
O Via Cristina fica em uma sobre-loja na Rua Cristina - mas eu sinceramente não sei o que funciona embaixo.
Procure pegar uma mesa próxima às janelas, pois a casa é bastante quente, apesar de bem ventilada por circuladores de ar.
O atendimento é bom, mas nada excepcional, e os tira-gostos do lugar são bons mas, também, nada acima da média. É o mesmo atendimento e comida gostosa que você encontra em 75% dos bons bares da cidade.
O que faz a diferença ali mesmo é a carta de cachaças.
Não deixe de experimentar a saborosa Lorena ou a famósa Áurea Custódio (que custam mais de R$15 a dose) ou, talvez, uma Minas Dourada, que é bem mais baratinha (uns R$3,50 a dose) mas é produzida pela minha família!
E bom divertimento!
Se você, assim como eu, é chegado em uma cachacinha, dê um pulo URGENTEMENTE no Via Cristina. Mas cuidado para não tomar um susto quando der de cara com uma parede de mais de 500 cachaças diferentes (acessíveis por escadas com rodas, feito aquelas bibliotecas de filmes - o que dá um charme inigualável ao lugar).
O Via Cristina fica em uma sobre-loja na Rua Cristina - mas eu sinceramente não sei o que funciona embaixo.
Procure pegar uma mesa próxima às janelas, pois a casa é bastante quente, apesar de bem ventilada por circuladores de ar.
O atendimento é bom, mas nada excepcional, e os tira-gostos do lugar são bons mas, também, nada acima da média. É o mesmo atendimento e comida gostosa que você encontra em 75% dos bons bares da cidade.
O que faz a diferença ali mesmo é a carta de cachaças.
Não deixe de experimentar a saborosa Lorena ou a famósa Áurea Custódio (que custam mais de R$15 a dose) ou, talvez, uma Minas Dourada, que é bem mais baratinha (uns R$3,50 a dose) mas é produzida pela minha família!
E bom divertimento!
domingo, 2 de outubro de 2011
Bar Social
Sexta-feira fui com o pessoal do Kekanto ao Bar Social.
Fica logo atrás do Bar da Dalva, no cruzamento da Getúlio vargas com a Afonso Pena.
Eu não conhecia o Bar social, mas sempre ouvia falar muito bem, muita gente elogiava.
Vou te dizer que fiquei um tanto quanto surpreso, ainda assim.
Tá certo que estávamos em um evento fechado, daí pode ser que a atenção estava redobrada em nós, mas que atendimento, hein?
Eram praticamente dois garçons exclusivos para nós, trazendo cerveja - Backer, diga-se de passagem, da MELHOR qualidade.
Aliás, acho que nunca tinha bebido a Backer Weiss... como é boa essa cerveja, hein? E a do Social estava absurdamente gelada, muito muito boa mesmo!!!
Por ter sido um evento específico, do Kekanto, provavelmente tivemos uma atenção especial por lá.
Mas o atendimento foi espetacular.
Vou dar um jeito de voltar lá, para ver se é sempre assim...
Fica logo atrás do Bar da Dalva, no cruzamento da Getúlio vargas com a Afonso Pena.
Eu não conhecia o Bar social, mas sempre ouvia falar muito bem, muita gente elogiava.
Vou te dizer que fiquei um tanto quanto surpreso, ainda assim.
Tá certo que estávamos em um evento fechado, daí pode ser que a atenção estava redobrada em nós, mas que atendimento, hein?
Eram praticamente dois garçons exclusivos para nós, trazendo cerveja - Backer, diga-se de passagem, da MELHOR qualidade.
Aliás, acho que nunca tinha bebido a Backer Weiss... como é boa essa cerveja, hein? E a do Social estava absurdamente gelada, muito muito boa mesmo!!!
Por ter sido um evento específico, do Kekanto, provavelmente tivemos uma atenção especial por lá.
Mas o atendimento foi espetacular.
Vou dar um jeito de voltar lá, para ver se é sempre assim...
sábado, 24 de setembro de 2011
Família Paulista
O Família Paulista participa, quase todo ano, do Festival Comida Di Buteco, o maior festival gastronômico da cidade.
Durante o festival, estive lá apenas uma vez, e recomendo fortemente o rpato que participou (não sei se ainda é oferecido) – Trouxinha de Feijão Tropeiro. MUITO bom. MESMO!
Enfim, voltando ao bar. Fica localizado na Cidade Nova, com fácil acesso pela Cristiano Machado ao pela José Cândido da Silveira, em uma galeria. São 2 bares – o Luciano´s e o Família Paulista – e um restaurante japonês, fora algumas lojinhas que só abrem durante o dia.
O local é excelente, super ventilado – a galeria é aberta, então evite dias de chuva. O Família Paulista oferece algumas mesas cobertas, mas poucas.
A cerveja está sempre bem gelada, e os tira-gostos são muito bons, mas nada acima da média (tirando a já citada trouxinha, dentre as coisas que já experimentei).
O atendimento também não compromete, mas os garçons são bastante fechados, ao menos a clientes novos. Particularmente acho isso bastante chato, pois o garçom que sabe interagir com a mesa ganha muitos pontos.
Meu veredicto: se está de casal ou família, sente-se lá. É uma boa pedida. Porém, se estiver de turma, prefira o Luciano´s que, apesar de estar poucos metros à frente, é um lugar bem mais descontraído e simpático.
Fica na Rua Luther King, 242
Durante o festival, estive lá apenas uma vez, e recomendo fortemente o rpato que participou (não sei se ainda é oferecido) – Trouxinha de Feijão Tropeiro. MUITO bom. MESMO!
Enfim, voltando ao bar. Fica localizado na Cidade Nova, com fácil acesso pela Cristiano Machado ao pela José Cândido da Silveira, em uma galeria. São 2 bares – o Luciano´s e o Família Paulista – e um restaurante japonês, fora algumas lojinhas que só abrem durante o dia.
O local é excelente, super ventilado – a galeria é aberta, então evite dias de chuva. O Família Paulista oferece algumas mesas cobertas, mas poucas.
A cerveja está sempre bem gelada, e os tira-gostos são muito bons, mas nada acima da média (tirando a já citada trouxinha, dentre as coisas que já experimentei).
O atendimento também não compromete, mas os garçons são bastante fechados, ao menos a clientes novos. Particularmente acho isso bastante chato, pois o garçom que sabe interagir com a mesa ganha muitos pontos.
Meu veredicto: se está de casal ou família, sente-se lá. É uma boa pedida. Porém, se estiver de turma, prefira o Luciano´s que, apesar de estar poucos metros à frente, é um lugar bem mais descontraído e simpático.
Fica na Rua Luther King, 242
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Barnabé
O Matheus mim, meu primo, me perguntou por que eu nunca tinha feito uma resenha do Barnabé.
Eu até dei uma resposta, mas que nem a mim mesmo convenceu. Então, pensando nisso, resolvi escrever a resenha.
E bônus, ainda, para compensar o tempo distante do blog =]
Aproveitem.
======================================================================
Guilty pleasure (prazer culpado, em tradução livre) é uma expressão do inglês que representa uma coisa que você adora, ama mesmo, mas tem vergonha de assumir para as pessoas. E SABE que não deveria gostar. É tipo você falar que gosta de Justin Bieber, algo assim.
Essa é minha história com o Barnabé. Apesar de não ter vergonha de assumir que gosto, eu sei que não deveria gostar de lá. Mas gosto. E muito!
Pense em um bar copo sujo. O Barnabé provavelmente criou este termo.
O bar é apertado – na verdade, o bar mesmo é na rua, onde ficam as cadeiras. Dentro do bar mesmo só os freezers, o balcão e o banheiro.
Aliás, o banheiro... Sempre sujo e bem pequeno (ainda mais para mim, um pouco acima da média ^^).
Não há nada para se comer além de uns pastéis fritos em uma gordura velha, que eu nunca tive coragem de comer, e chips, doces, balas, chocolates etc.
Daí você me pergunta: “por que você vai lá, então?”
Todos os dias eu tento me responder esta pergunta – realmente não sei.
Deve ser por que eu sou super bem atendido por lá (Vitinho e Itamar, os donos, são os próprios garçons, ajudados pelo Bolinha, que dá uma força absurda) e fico muito à vontade.
À vontade mesmo. Seja em pé, tomando uma cerveja com o Vitinho enquanto aguardo uma mesa, ou sentado em algum canto da calçada, me sinto muito em casa.
Pode ser por que eu sou farrista, e aquele lugar não fecha.
Não fecha mesmo. Talvez umas 2h por dia, no máximo. Já cheguei a sair de lá depois das 14h, vindo de outra festa e parando por lá às 5h da matina.
A cerveja não é barata, mas também não é impraticável. Nos mesmos R$5,00 e pouco de qualquer lugar, mas há várias opções, entre Brahma, Antártica, Skol, Bohemia, Original e Heineken.
É o tipo de lugar que você tem que ir e ver se você se adapta. Eu amo, alguns amigos gostam e outros repudiam. Mas é a vida.
Dá uma passada lá e veja por si mesmo. Mas não se assuste, e mantenha em mente que nem sempre a primeira impressão é a que fica.
O Barnabé fica na Av Assis Chateaubriand, 317
Eu até dei uma resposta, mas que nem a mim mesmo convenceu. Então, pensando nisso, resolvi escrever a resenha.
E bônus, ainda, para compensar o tempo distante do blog =]
Aproveitem.
======================================================================
Guilty pleasure (prazer culpado, em tradução livre) é uma expressão do inglês que representa uma coisa que você adora, ama mesmo, mas tem vergonha de assumir para as pessoas. E SABE que não deveria gostar. É tipo você falar que gosta de Justin Bieber, algo assim.
Essa é minha história com o Barnabé. Apesar de não ter vergonha de assumir que gosto, eu sei que não deveria gostar de lá. Mas gosto. E muito!
Pense em um bar copo sujo. O Barnabé provavelmente criou este termo.
O bar é apertado – na verdade, o bar mesmo é na rua, onde ficam as cadeiras. Dentro do bar mesmo só os freezers, o balcão e o banheiro.
Aliás, o banheiro... Sempre sujo e bem pequeno (ainda mais para mim, um pouco acima da média ^^).
Não há nada para se comer além de uns pastéis fritos em uma gordura velha, que eu nunca tive coragem de comer, e chips, doces, balas, chocolates etc.
Daí você me pergunta: “por que você vai lá, então?”
Todos os dias eu tento me responder esta pergunta – realmente não sei.
Deve ser por que eu sou super bem atendido por lá (Vitinho e Itamar, os donos, são os próprios garçons, ajudados pelo Bolinha, que dá uma força absurda) e fico muito à vontade.
À vontade mesmo. Seja em pé, tomando uma cerveja com o Vitinho enquanto aguardo uma mesa, ou sentado em algum canto da calçada, me sinto muito em casa.
Pode ser por que eu sou farrista, e aquele lugar não fecha.
Não fecha mesmo. Talvez umas 2h por dia, no máximo. Já cheguei a sair de lá depois das 14h, vindo de outra festa e parando por lá às 5h da matina.
A cerveja não é barata, mas também não é impraticável. Nos mesmos R$5,00 e pouco de qualquer lugar, mas há várias opções, entre Brahma, Antártica, Skol, Bohemia, Original e Heineken.
É o tipo de lugar que você tem que ir e ver se você se adapta. Eu amo, alguns amigos gostam e outros repudiam. Mas é a vida.
Dá uma passada lá e veja por si mesmo. Mas não se assuste, e mantenha em mente que nem sempre a primeira impressão é a que fica.
O Barnabé fica na Av Assis Chateaubriand, 317
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Asa Grill
Desse aqui é fácil fácil falar.
O Asa Grill fica praticamente em frente à minha casa. Portanto, vocês já sabem 2 coisas:
1 - Maaaais ou menos onde eu moro.
2 - Vou lá prá caramba.
Então. O ambiente lá é bastante ventilado (o lugar é como se fosse um quiosque grande, com uns 30 x 30m, então cabe gente prá caramba. É super ventilado e tal.
Há área para fumantes, em um pedacinho que não é coberto pelo quiosque, e há também brinquedos para os pais (sim, por que podem cuidar das suas vidas enquanto seus filhos se divertem).
Agora vamos ao que realmente interessa: os comes, os bebes e os que atendem.
A começar pelos que atendem: o atendimento lá não é, nem de longe, o melhor que você já viu.
Mas também não compromete em absolutamente nada.
Sabe aquele garçom que espera você pedir uma cerveja para buscar outra?
Aquele que te vê olhando o cardápio, mas não se antecipa à mesa para saber se pode te ajudar em alguma coisa?
Pois é. Este é o atendimento lá. Mas, quando você chama os garçons, eles são sempre bem solícitos, e trazem seu pedido com bastante presteza.
Digamos, nota 7,5.
Aos bebes: a cerveja (de várias marcas tradicionais: Skol, Brahma, Bohemia, Original) está sempre bem gelada. Sério. Acho que nunca peguei uma cerveja MEIO quente lá. Sempre geladinha geladinha. E o preço, apesar de EU achar ruim, é o praticado por todos os bares em Belo Horizonte, coisa de R$5,00 a garrafa. Isso implica dizer que eu acho ruim o preço da cerveja de quase todos os bares da cidade. Enfim...
Os comes: nunca fui muito de variar o cardápio por lá, não.
Conheço, e recomendo para qualquer um que for lá:
1 - Chapa mista: é grande! Dá para uns 3 mortos de fome, por aí. Vem com batata frita e uns 3 ou 4 tipos diferentes de carne, e não é cara. Custa uns R$25, give or take.
2 - Porção de torresmo - sabe aquele torresmo CHEIO de gordura? Pois é, pensa no contrário. É praticamente só carne no torresmo do Asa Grill, o que particularmente acho uma maravilha. Tem gente que gosta mais daquela gordurinha crocante. Eu prefiro a carne do torresmo.
Nota 9, fácil fácil.
3 - Asinha de frango com queijo - muuuuito bom também. E não tenha vergonha de sujar as mãos.
Lá também é excelente, por passam os jogos dos times mineiros no Campeonato Brasileiro, convivendo harmoniosamente Cruzeirenses e Atleticanos.
É um bar para se voltar, principalmente por ser tão pertinho para mim. Mas não se preocupe. Entre em um carro, dirija 10, 15, 20 minutos, que você não se arrependerá!
Av José Cleto, 300, bairro Palmares. Aceita cartões de débito e crédito e tem acesso para deficientes.
O Asa Grill fica praticamente em frente à minha casa. Portanto, vocês já sabem 2 coisas:
1 - Maaaais ou menos onde eu moro.
2 - Vou lá prá caramba.
Então. O ambiente lá é bastante ventilado (o lugar é como se fosse um quiosque grande, com uns 30 x 30m, então cabe gente prá caramba. É super ventilado e tal.
Há área para fumantes, em um pedacinho que não é coberto pelo quiosque, e há também brinquedos para os pais (sim, por que podem cuidar das suas vidas enquanto seus filhos se divertem).
Agora vamos ao que realmente interessa: os comes, os bebes e os que atendem.
A começar pelos que atendem: o atendimento lá não é, nem de longe, o melhor que você já viu.
Mas também não compromete em absolutamente nada.
Sabe aquele garçom que espera você pedir uma cerveja para buscar outra?
Aquele que te vê olhando o cardápio, mas não se antecipa à mesa para saber se pode te ajudar em alguma coisa?
Pois é. Este é o atendimento lá. Mas, quando você chama os garçons, eles são sempre bem solícitos, e trazem seu pedido com bastante presteza.
Digamos, nota 7,5.
Aos bebes: a cerveja (de várias marcas tradicionais: Skol, Brahma, Bohemia, Original) está sempre bem gelada. Sério. Acho que nunca peguei uma cerveja MEIO quente lá. Sempre geladinha geladinha. E o preço, apesar de EU achar ruim, é o praticado por todos os bares em Belo Horizonte, coisa de R$5,00 a garrafa. Isso implica dizer que eu acho ruim o preço da cerveja de quase todos os bares da cidade. Enfim...
Os comes: nunca fui muito de variar o cardápio por lá, não.
Conheço, e recomendo para qualquer um que for lá:
1 - Chapa mista: é grande! Dá para uns 3 mortos de fome, por aí. Vem com batata frita e uns 3 ou 4 tipos diferentes de carne, e não é cara. Custa uns R$25, give or take.
2 - Porção de torresmo - sabe aquele torresmo CHEIO de gordura? Pois é, pensa no contrário. É praticamente só carne no torresmo do Asa Grill, o que particularmente acho uma maravilha. Tem gente que gosta mais daquela gordurinha crocante. Eu prefiro a carne do torresmo.
Nota 9, fácil fácil.
3 - Asinha de frango com queijo - muuuuito bom também. E não tenha vergonha de sujar as mãos.
Lá também é excelente, por passam os jogos dos times mineiros no Campeonato Brasileiro, convivendo harmoniosamente Cruzeirenses e Atleticanos.
É um bar para se voltar, principalmente por ser tão pertinho para mim. Mas não se preocupe. Entre em um carro, dirija 10, 15, 20 minutos, que você não se arrependerá!
Av José Cleto, 300, bairro Palmares. Aceita cartões de débito e crédito e tem acesso para deficientes.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Depois de um longo e tenebroso inverno...
Fala botequeiros, beleza?
Então, ando atualizando bem pouco, mas estou de volta. Aguardem pois essa semana ainda haverá resenhas!!!
Grande abraço a todos!
Então, ando atualizando bem pouco, mas estou de volta. Aguardem pois essa semana ainda haverá resenhas!!!
Grande abraço a todos!
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