segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Churrasquinho do Luizinho

Eu sinceramente não sei o motivo de o Churrasquinho do Luizinho "bombar" tanto. Sério.

O lugar é feio, cheio, caro, a cerveja nem sempre está gelada... Já fui algumas vezes, por teimosia mesmo, e em nenhuma saí de lá satisfeito.

É verdade que às quintas-feiras fica LOTADO de mulher bonita. Mas isso tem em diversos outros lugares em Belo Horizonte, e eu não preciso ir ao Luizinho só por isso.

É o tipo de lugar que eu vou só se meus amigos estiverem indo, e se eu não tiver mais nenhum outro amigo disponível para uma cervejinha.

Entenda: não é que o lugar seja ruim. Se fosse, não seria o bar que mais vende long neck da Ambev em toda a América Latina.

Só que é um bar que não me pega... Ali na própria Francisco Sá há ao menos 3 outras opções que eu prefiro.

Av. Francisco Sá, 197 - Prado

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Reduto da Cerveja

Tá aí um lugar diferenciado em Belo Horizonte.
Antes de mais nada, vale deixar claro que estou falando do Reduto original, na Curitiba, esquina com Álvares Cabral. Eles inauguraram, recentemente, um novo espaço na Pium-i, que ainda não conheci. AINDA.

Enfim. O Reduto é o lugar ideal para você que está cansado do marasmo de toooodos os bares da capital mineira, que só servem as mesmas Brahma, Skol, Original e Bohemia. 

A carta de cervejas do Reduto é bastante extensa, e conta com suquinhos de cevada dos quatro cantos do mundo.

Outro diferencial é o preço de lá. Não é tão caro quanto os outros lugares especializados em cerveja da capital, como o Haus Munchen e o Café Viena.
Além do mais, as mesas na rua dão um ar mais "botecão" ao estabelecimento, o que acaba por conquistar um público mais diversificado que o das casas supra-citadas.

Se você quiser conhecer um lugar muito gostoso com cervejas das mais diferentes, dê uma passadinha por lá.

Ah, você se contenta com "o marasmo de toooodos os bares da capital mineira, que só servem as mesmas Brahma, Skol, Original e Bohemia"? Passa lá também, por que o atendimento é joia e, como já dito, o preço não é lá de te fazer deixar de ir!!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Espanta Crise Café

Mais uma vez, escrevendo sobre um bar recomendado por usuários do Kekanto. O Edmundo fala TANTO do Espanta e frequenta TANTO o lugar, que um dia eu tive que me dobrar e ir lá ver se é tudo isto mesmo.

Nesse dia, estávamos em um grupo de umas 9 pessoas, todos do Kekanto. Porém, quando eu cheguei (um pouquinho mais tarde que a galera) demos o azar de receber a notícia de que as cervejas em garrafa estavam esgotadas, e que deveríamos beber nas latas. Apesar de ser um fator mega negativo (a falta de cerveja garrafa é grave em qualquer bar), não levei isso em conta para a nota. O Edmundo me explicou que o bar funciona no limite, quase não sobra grana no fim do mês e que o dono estava sem grana para repor o estoque.

O dono, por sinal, é uma peça. Todos o chamam de Tim, devido à sua semelhança bastante óbvia com o Tim Maia, meu amigo síndico. O Tim estava super de bom-humor - que já descobri ser seu estado natural - e nos atendia com uma eficiência impressionante, principalmente considerando que ele era o único garçom/dono/cozinheiro presente no local.

O único e real ponto negativo do bar é o banheio. Super apertado, para apenas uma pessoa e não muito limpo. Vale dizer que, além de ter apenas um mictório (nem pense em fazer o nº 2 por lá), ele é bem alto, então os baixinhos (1,70 para baixo) terão sérios problemas para usá-lo.

Não chegamos a comer nada, mas a cerva gelada (apesar de em lata) e o som do local (fala sério, há outro boteco em BH que só toque rock n´roll?) me fazem voltar lá fácil fácil.

Curti. E ponto final.

Ah, o Tim não aceita cartão, tá? Vá com dinheiro!!!

Dica: Vá sem preconceitos, curta uma boa música e beba uma cerva da melhor qualidade. Afinal, não é necessário muito mais que isso para fazer alguém feliz!

O Espanta Crise fica na Avenida do Contorno, 1790, esquina com Assis Chateaubriand.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Churrascaria Raja Grill

É engraçada essa coisa de ler as opiniões dos outros usuários logo antes de escrever sua resenha, né?

Mesmo com tão pouco tempo de diferença entre uma resenha e outra ( o Fernando escreveu a dele ontem), é super curioso ver resenhas com opiniões um pouco diferentes.
Enfim, fui ao Raja Grill hoje.

Não por indicação, mas simplesmente por que trabalho razoavelmente perto e havia uma promoção de compra coletiva. Resolvemos almoçar lá, portanto.

O Raja Grill fica na Av. Raja Gabaglia, 3375. Próximo ao Alambique, ao Casa Raja Shopping etc.

Compramos nosso cupom com 50% de desconto (de R$59,90 por R$29,90) e logo de cara, ao chegar lá, já me surpreendi: o gerente foi super atencioso conosco, despendendo grande parte da atenção em nossa mesa.

É justo que o salão (super amplo, bem arejado e com uma vista maravilhosa da cidade) não estava cheio, mas todos nós conhecemos o atendimento que os "cupons de desconto" costumam receber.

Isso foi um ponto super positivo, e esse atendimento diferenciado prosseguiu pelo resto da nossa permanência no restaurante. Ponto para o atendimento.

O buffet:

Achei o buffet bastante honesto. Nada que se compare às maravilhas encontradas no Fogo de Chão, por exemplo, mas gostei bastante do buffet. Há pratos quentes (camarão, feijoada, dentre outros), frios (salaminho, ovos de codorna, saladas diversas - há mais de 20 opções de frios) e self-service de comida japonesa que, apesar de eu não ter experimentado, achei um pouco escasso, coisa de "para não dizerem que não temos".
A grande verdade é que, quando vou a um rodízio de carnes, realmente me concentro nas carnes, e sirvo bem pouquinho de coisas diferentes.
Ah, o arroz, fritas e banana frita vêm à mesa, o que considero bastante facilitador também.

As carnes:
Aí está o ponto no qual discordo de algumas outras resenhas já escritas por aqui. Eu achei as carnes MUITO gostosas. Desde as tradicionais picanha, medalhão, alcatra, linguiça, coração e outras às mais exóticas, como coxa de faisão (que eu não gostei muito, mas não por estar mal feita, mas pelo meu próprio paladar - o pessoal gostou bastante), javali, filé de rã e outras.
Muito bem temperadas, quase nunca mal passadas (odeio carne mal passada) e com uma rotatividade bastante dinâmica.

Só tenho a reclamar que duas das carnes que mais gosto - linguiça e alcatra recheadas com queijo - demoraram muito a passar e, quando passaram, eu já havia encerrado minha quota.

Mas nada que tire méritos do local.

Os únicos pontos negativos que pude conferir foram:

-O valor do refrigerante. Sério, R$4,90 + 10% em um refrigerante de 290mL é um absurdo.
-Estacionamento pago (R$7,00). Eu também não acho justo cobrarem estacionamento.

Enfim, vale a volta, principalmente se eu conseguir outro cupom de desconto.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Bolão

Apesar de o Bolão ter tudo o que eu gosto em um bar, e por mais paradoxal que possa parecer, nunca fui muito frequentador.
Comida boa, cerveja gelada, aberto até de manhã e com atendimento razoavelmente bom. Não preciso de mais nada. E tudo isto o Bolão tem a oferecer.

Nestas duas últimas semanas fui muito lá, pois uma amiga que voltou do exterior é apaixonada pelo Santa Tereza, e a genet foi lá umas 4 vezes nestes últimos 10 dias. Daí não pude deixar de resenhar.

O Bolão é um bar enorme, que ocupa, se não me engano, três lojas no mesmo quarteirão, uma ao lado da outra. Há mesas na calçada (minhas preferidas) ou nos salões do bar. Como os banheiros (apertados, mas sempre limpos) ficam na parte dos fundos do bar, não se incomode com o grande trânsito de pessoas, caso você pegue uma mesa na parte coberta.

Lá há um número bastante satisfatório de garçons, então você nunca espera muito tempo para um refil de cerveja ou para pedir seu tira gosto ou PFão.
Por falar em tira-gosto e PF, vamos ao cardápio. É, sem dúvida, um dos melhores cardápios da cidade, principalmente se você estiver precisando comer alguma coisa às 5h da manhã.
O Rochedão (mexido que vem com arroz, feijão, macarrão, bife, ovo) é provavelmente o prato mais pedido da noite, ao lado do delicioso espaguetti à bolonhesa.

Mas não deixe de provar a lasanha, o nhoc ou uma porçãozinha de Rock in Rio (bolinho recheado com carne e queijo, R$15 com 15 unidades. Muuuito gostoso).

O Bolão é o típico salva-noites. E salva com bastante glória!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Copo Sagrado

Como é bom conhecergente prá caramba... Sério! A gente conhece muitos lugares legais, os quais provavelmente nunca ouviríamos falar através de “pessoas comuns”.

Enfim, essa semana conheci um destes lugares. O Copo Sagrado é um barzinho, no Sagrada Família, bastante peculiar.

Se você não conhecia e vai pela primeira vez (como foi meu caso) é provável que passe direto. Por que? Porque, pelo lado de fora, não passa de uma casa normal de um bairro tradicionalista belorizontino. Por dentro, a “casa” ainda continua de pé, porém com uma mesinha de sinuca na sala (meu sonho), um sofazinho bastante confortável e só. Daí vem o quintal.

O quintal é enorme, para umas 100 pessoas, talvez. O lugar é bem decorado, aconchegante e gostoso. Achei super esquisito entrarmos pelo palco, mas tudo bem. Haha

Por falar nisto, a casa é de samba, então vá preparado. Muita gente não gosta, mas o som do pessoal é bem bacana E não fica alto suficiente para incomodar. Não é cobrada entrada, mas o couvert custa R$5,00. Sejamos sinceros, mata ninguém, NE?

O atendimento é bastante bom, mas escasso. Acho que reparei apenas em 2 garçons lá, o que é bem pouco para o tanto de gente no bar. Então, não eram raras as vezes em que a gente tinha que ir até o balcão buscar a própria cerveja.

Mas, como todo mundo sabe, ninguém de nós fica sentado mesmo! Portanto, não custava nada irmos lá nós mesmos buscar uma gelada.
A propósito, BEM gelada, ta? E a R$4,50, o que é um preço que começa a er difícil de ser encontrado na capital mineira.

Não comi no bar, mas a Laura falou super bem da porção de torresmo. =]

Se vale o retorno? Com certeza! Super divertido aquele lugar!


Dica: Não demore muito a ir ao banheiro, tanto feminino quanto masculino, pois as vagas são limitadíssimas =]

Ah, fica na
R. Santo Amaro, 449

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Via Geraes

Como já escrevi em resenhas anteriores, é sempre muito bom ser surpreendido com certos bares que a gente não conheciam, e que ficam tão pertinho de casa, né?

Tenho um amigo que mora no Santa Inês e, em uma sexta-feira sem nada para fazer, decidimos arrumar um lugarzinho para ir.

O Via Geraes é um bar relativamente novo (não sei exatamente de quando, mas procurei no Google Maps e as fotos do Street View ainda são dele em construção). Chutaria coisa de 1 ano e meio para cá.

Enfim. O lugar lá é bem grande, com área externa (fumantes, regozijem-se) e interna, e bem espaçoso também.

Como chegamos bem tarde, pegamos a única mesa vazia, a última, mas afastada da entrada, do lado de fora. Isso comprometeu um pouco o atendimento pois, como não era área de trânsito, precisávamos chamar o garçom para a troca da cerveja.

Tive a impressão, também, que ele era garçom novo (o que diminui um pouco a culpa), por que precisou de ajuda do gerente para passar cartão, por que às vezes esquecia dos pedidos...

Mas nada que chegasse a comprometer, pois ele era bastante esforçado.

A cerveja (Brahma, no dia. não cheguei a ver o cardápio) estava super gelada e por um precinho camarada, R$4,50, por aí. Fiquei super satisfeito com o pedido tradicional, também, fritas com queijo e bacon. R$16,00 e vem super bem servida.

Vale o retorno, e não só por ser perto de casa. Gostei bastante do lugar!


Ah, o Via Geraes fica na Rua Carmésia nº2, esquina com a Avenida Contagem.


Errata: O Alan (www.chicoteia.com.br) me falou que o Via Geraes é das antigas, e que o Google Street View deve estar com alguma foto de reforma. My bad, galera.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Soho Orbi

Lá vou eu para mais uma resenha que não condiz com a quantidade de estrelas atribuídas.

A pontuação que dei foi baseada em OUTRAS VISITAS minhas à casa, que é sim muito boa, como vocês podem ler nas outras resenhas.

Porém, como já há muitas resenhas falando bem, vou contar uma experiência pessoal que tive no lugar, esta semana.

Bom, esta semana fomos para lá em um grupo de 12 pessoas. Quando ligamos para reservar uma mesa, nos informaram que todas as mesas já estavam reservadas, o que era uma pena, já que queríamos muito ir ao Soho.

Porém, mesmo sem reserva, fomos para lá.

Lá chegando, como era de se esperar, não havia mesa para 12 pessoas. Ficamos em uma que cabiam umas 6 pessoas, porém até aí o pessoal todo ainda não tinha chegado.

Aquela mesinha no andar mais abaixo de todos, ao lado de um bar. Pensamos: "poxa, enquanto o pessoal não chega aqui está excelente. Ao lado do balcão? Seremos atendidos rapidinho."

Doce ilusão. O rapaz que estava no balcão (que até no pediu desculpas, dizendo estar muito nervoso) parecia novato, e demorava horrores para trazer as coisas. E, quando trazia, vinha errado.

- Uma cuba, por favor?

- Tá bom, que tal esse Martini?

É, desse nível... hahaha.

Enfim. Às 21h30 as reservas se encerram, e eles, como prometido, nos disponibilizaram uma mesa das reservas. Mesa esta para 8 pessoas. E que não cabiam as 8 sem fechar a passagem para outra mesa.

15 minutos de tentativas depois (com respostas do gerente do tipo: "não vou subir as escadas para resolver isso. Peça a algum deles para descer aqui"), nos arrumaram outra mesa, lá embaixo. Lá fomos nós descer escadas.

Mais uma vez, uma mesa que não cabia todo mundo. E lá vamos nós tentar mais uma mesa...

Uns 10 minutos depois, arrumaram a tal mesa que ficamos até o final. A mesa estava ótima, problema resolvido. Mas foi a PRIMEIRA sugestão que demos, logo que vimos que a primeira mesa que nos arrumaram não cabia todo mundo...

Isso me deixou bem chateado.

Enfim... O atendimento, no fim das contas (e tirando o garçom novato) foi ótimo. A Débora (garçonete) foi super simpática e rápida.

Sobre os jogos: se estiver de muita gente, jgue Perfil, Imagem e Ação ou um outro que coloca a carta na testa, que eu nunca lembro o nome.

Está com pouca gente? Jogue Dicionário ou, pelos velhos tempos, Pula Pirata, Pula Macaco, Quebra Gelo, Cai não Cai...

É uma ode à nostalgia, aquele lugar!!!

Dica: Não vá embora sem comer a batata frita de lá. Deveria ser ponto turístico. Mas não peça com menos de 4 pessoas na mesa. SÉRIO!

resenha originalmente escrita aqui: http://br.kekanto.com/user/GutoDourado

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UAI Scotch Bar

É sempre muito bom sair para lugares pertinho de casa (quando você mora "fora-do-eixo") e encontrar lugares agradáveis como o UAI.

Não se deixe enganar pelo nome. Não sei quanto ao resto do Brasil mas, aqui em BH, se tem SCOTCH no nome costuma estar relacionado a lugares da madrugada e mulheres da vida.

Não, este não é o caso.

O UAI Scotch Bar é um barzinho mesmo, pouca coisa acima de um boteco, na Alberto Cintra, 102 (divisa entre os bairros Cidade Nova e União).

Para te ser sincero, nunca sequer tinha reparado no bar.

Mas aceitei um convite para ir lá, e lá fui.

Estava chovendo muito no dia mas, como chegamos cedo, pudemos pegar uma mesa no pequeno espaço coberto. Nossa mesa ficou ao lado das caixas de som, mas não deu para ser incômodo, por a música não é tão alta.

Um ponto negativo que notei (que pode ser positivo, dependendo da situação) é que eles seguram MUITO tempo a reserva de mesas. Sério.

Cheguei lá às 19h e essa mesa tava reservada. 3 mesas, na verdade, formando uma só grande.

Eles foram liberar a mesa apenas às 22h30, por aí, quando finalmente se deram conta de que ninguém da reserva viria.

Mas, até esse ponto, já haviam dispensado vários clientes.

Enfim, voltando: a cerveja lá é MUITO gelada, do tipo quaaaase congelando, o que já me ganhou de cara.

Enquanto o bar estava vazio, fomos super bem atendidos mas, quando encheu, os garçons pareciam meio perdido, às vezes com 2 ou 3 atendendo a mesma mesa e deixando as outras de lado. Em um momento o garçom esqueceu do meu pedido, mas este parecia ser novato por lá.

A porção de batatas estava bem gostosa e muito bem servida. Comem 2 pessoas MUITO BEM, ou umas 3 ou 4 só para rebolar o queixo.

O preço é ótimo, a cerveja é barata e gelada, a música é boa e o público agradável.

Vale a volta, com certeza!

Principalmente considerando que não preciso me preocupar com a Lei Seca ao voltar para casa!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Haus München

Tá aí um lugar que eu não volto.

Opa, opa, "péra" lá. Toma de volta o tomate que você jogou e termina de ler a resenha.

Sempre me falaram muito bem do Haus Munchen, da carta de cervejas, da culinária alemã, que isso, que aquilo, mas eu nunca tinha oportunidade efetiva de ir lá.

Aí, numa quinta feira de dezembro, uma amiga foi comemorar o aniversário dela lá. Daí decidi unir o útil (finalmente conhecer a casa) ao agradável.

O atendimento me cativou desde o início: o garçom veio mais que ligeiro me perguntar o que eu queria beber, e aí veio a minha primeira (e quase única) decepção. E explico: saí de casa louco para tomar uma Hoegaarden. Cheguei lá e não tinha a dita cuja. Poxa, no Supermercado Extra vende Hoegaarden, como assim no Haus Munchen não tem?

Enfim. Como eu não tenho um poço de dinheiro para poder experimentar qualquer coisa que me apeteça naquele imenso cardápio (331 títulos de cerveja, no dia em que fomos), fui de Erdinger Weiss mesmo, para ser tiro certeiro. E ela veio estupidamente gelada, servida como manda o figurino, com a indispensável reboladinha (da garrafa, não do garçom) antes de servir o restinho da espuma. Ponto para a casa!

Outra surpresa agradabilíssima que tive foi que eles têm um check-in premiado (não sei se é sempre ou se foi só aquele dia) do Foursquare, e basta fazer o check-in para ganhar um chope. Beleza, mas um ponto prá casa.

Aí chega a hora de ir embora. E agora, meu caro amigo, você vai entender o por que da minha nota ser MUITO BOM mas eu ter falado, logo na primeira frase, que não volto.

Poxa... Duas Erdinger e um chope (fora o chope de graça. Teve um que eu paguei mesmo) me custaram quase R$45,00. Sem brincadeira. É MUITO caro para o que foi consumido. Isso por que eu não comi nada. Foi só isso que bebi mesmo e pronto.

Isso é bem brochante para quem é estagiário e tá custando a conseguir pagar as rodadas de cerveja no barzinho da esquina.


Enfim. Se você curte experimentar cervejas diferentes e e tem um pouquinho mais de grana que eu, vai lá que é batata. Mas, para mim, não dá...