sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Copo Sagrado

Como é bom conhecergente prá caramba... Sério! A gente conhece muitos lugares legais, os quais provavelmente nunca ouviríamos falar através de “pessoas comuns”.

Enfim, essa semana conheci um destes lugares. O Copo Sagrado é um barzinho, no Sagrada Família, bastante peculiar.

Se você não conhecia e vai pela primeira vez (como foi meu caso) é provável que passe direto. Por que? Porque, pelo lado de fora, não passa de uma casa normal de um bairro tradicionalista belorizontino. Por dentro, a “casa” ainda continua de pé, porém com uma mesinha de sinuca na sala (meu sonho), um sofazinho bastante confortável e só. Daí vem o quintal.

O quintal é enorme, para umas 100 pessoas, talvez. O lugar é bem decorado, aconchegante e gostoso. Achei super esquisito entrarmos pelo palco, mas tudo bem. Haha

Por falar nisto, a casa é de samba, então vá preparado. Muita gente não gosta, mas o som do pessoal é bem bacana E não fica alto suficiente para incomodar. Não é cobrada entrada, mas o couvert custa R$5,00. Sejamos sinceros, mata ninguém, NE?

O atendimento é bastante bom, mas escasso. Acho que reparei apenas em 2 garçons lá, o que é bem pouco para o tanto de gente no bar. Então, não eram raras as vezes em que a gente tinha que ir até o balcão buscar a própria cerveja.

Mas, como todo mundo sabe, ninguém de nós fica sentado mesmo! Portanto, não custava nada irmos lá nós mesmos buscar uma gelada.
A propósito, BEM gelada, ta? E a R$4,50, o que é um preço que começa a er difícil de ser encontrado na capital mineira.

Não comi no bar, mas a Laura falou super bem da porção de torresmo. =]

Se vale o retorno? Com certeza! Super divertido aquele lugar!


Dica: Não demore muito a ir ao banheiro, tanto feminino quanto masculino, pois as vagas são limitadíssimas =]

Ah, fica na
R. Santo Amaro, 449

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Via Geraes

Como já escrevi em resenhas anteriores, é sempre muito bom ser surpreendido com certos bares que a gente não conheciam, e que ficam tão pertinho de casa, né?

Tenho um amigo que mora no Santa Inês e, em uma sexta-feira sem nada para fazer, decidimos arrumar um lugarzinho para ir.

O Via Geraes é um bar relativamente novo (não sei exatamente de quando, mas procurei no Google Maps e as fotos do Street View ainda são dele em construção). Chutaria coisa de 1 ano e meio para cá.

Enfim. O lugar lá é bem grande, com área externa (fumantes, regozijem-se) e interna, e bem espaçoso também.

Como chegamos bem tarde, pegamos a única mesa vazia, a última, mas afastada da entrada, do lado de fora. Isso comprometeu um pouco o atendimento pois, como não era área de trânsito, precisávamos chamar o garçom para a troca da cerveja.

Tive a impressão, também, que ele era garçom novo (o que diminui um pouco a culpa), por que precisou de ajuda do gerente para passar cartão, por que às vezes esquecia dos pedidos...

Mas nada que chegasse a comprometer, pois ele era bastante esforçado.

A cerveja (Brahma, no dia. não cheguei a ver o cardápio) estava super gelada e por um precinho camarada, R$4,50, por aí. Fiquei super satisfeito com o pedido tradicional, também, fritas com queijo e bacon. R$16,00 e vem super bem servida.

Vale o retorno, e não só por ser perto de casa. Gostei bastante do lugar!


Ah, o Via Geraes fica na Rua Carmésia nº2, esquina com a Avenida Contagem.


Errata: O Alan (www.chicoteia.com.br) me falou que o Via Geraes é das antigas, e que o Google Street View deve estar com alguma foto de reforma. My bad, galera.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Soho Orbi

Lá vou eu para mais uma resenha que não condiz com a quantidade de estrelas atribuídas.

A pontuação que dei foi baseada em OUTRAS VISITAS minhas à casa, que é sim muito boa, como vocês podem ler nas outras resenhas.

Porém, como já há muitas resenhas falando bem, vou contar uma experiência pessoal que tive no lugar, esta semana.

Bom, esta semana fomos para lá em um grupo de 12 pessoas. Quando ligamos para reservar uma mesa, nos informaram que todas as mesas já estavam reservadas, o que era uma pena, já que queríamos muito ir ao Soho.

Porém, mesmo sem reserva, fomos para lá.

Lá chegando, como era de se esperar, não havia mesa para 12 pessoas. Ficamos em uma que cabiam umas 6 pessoas, porém até aí o pessoal todo ainda não tinha chegado.

Aquela mesinha no andar mais abaixo de todos, ao lado de um bar. Pensamos: "poxa, enquanto o pessoal não chega aqui está excelente. Ao lado do balcão? Seremos atendidos rapidinho."

Doce ilusão. O rapaz que estava no balcão (que até no pediu desculpas, dizendo estar muito nervoso) parecia novato, e demorava horrores para trazer as coisas. E, quando trazia, vinha errado.

- Uma cuba, por favor?

- Tá bom, que tal esse Martini?

É, desse nível... hahaha.

Enfim. Às 21h30 as reservas se encerram, e eles, como prometido, nos disponibilizaram uma mesa das reservas. Mesa esta para 8 pessoas. E que não cabiam as 8 sem fechar a passagem para outra mesa.

15 minutos de tentativas depois (com respostas do gerente do tipo: "não vou subir as escadas para resolver isso. Peça a algum deles para descer aqui"), nos arrumaram outra mesa, lá embaixo. Lá fomos nós descer escadas.

Mais uma vez, uma mesa que não cabia todo mundo. E lá vamos nós tentar mais uma mesa...

Uns 10 minutos depois, arrumaram a tal mesa que ficamos até o final. A mesa estava ótima, problema resolvido. Mas foi a PRIMEIRA sugestão que demos, logo que vimos que a primeira mesa que nos arrumaram não cabia todo mundo...

Isso me deixou bem chateado.

Enfim... O atendimento, no fim das contas (e tirando o garçom novato) foi ótimo. A Débora (garçonete) foi super simpática e rápida.

Sobre os jogos: se estiver de muita gente, jgue Perfil, Imagem e Ação ou um outro que coloca a carta na testa, que eu nunca lembro o nome.

Está com pouca gente? Jogue Dicionário ou, pelos velhos tempos, Pula Pirata, Pula Macaco, Quebra Gelo, Cai não Cai...

É uma ode à nostalgia, aquele lugar!!!

Dica: Não vá embora sem comer a batata frita de lá. Deveria ser ponto turístico. Mas não peça com menos de 4 pessoas na mesa. SÉRIO!

resenha originalmente escrita aqui: http://br.kekanto.com/user/GutoDourado

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UAI Scotch Bar

É sempre muito bom sair para lugares pertinho de casa (quando você mora "fora-do-eixo") e encontrar lugares agradáveis como o UAI.

Não se deixe enganar pelo nome. Não sei quanto ao resto do Brasil mas, aqui em BH, se tem SCOTCH no nome costuma estar relacionado a lugares da madrugada e mulheres da vida.

Não, este não é o caso.

O UAI Scotch Bar é um barzinho mesmo, pouca coisa acima de um boteco, na Alberto Cintra, 102 (divisa entre os bairros Cidade Nova e União).

Para te ser sincero, nunca sequer tinha reparado no bar.

Mas aceitei um convite para ir lá, e lá fui.

Estava chovendo muito no dia mas, como chegamos cedo, pudemos pegar uma mesa no pequeno espaço coberto. Nossa mesa ficou ao lado das caixas de som, mas não deu para ser incômodo, por a música não é tão alta.

Um ponto negativo que notei (que pode ser positivo, dependendo da situação) é que eles seguram MUITO tempo a reserva de mesas. Sério.

Cheguei lá às 19h e essa mesa tava reservada. 3 mesas, na verdade, formando uma só grande.

Eles foram liberar a mesa apenas às 22h30, por aí, quando finalmente se deram conta de que ninguém da reserva viria.

Mas, até esse ponto, já haviam dispensado vários clientes.

Enfim, voltando: a cerveja lá é MUITO gelada, do tipo quaaaase congelando, o que já me ganhou de cara.

Enquanto o bar estava vazio, fomos super bem atendidos mas, quando encheu, os garçons pareciam meio perdido, às vezes com 2 ou 3 atendendo a mesma mesa e deixando as outras de lado. Em um momento o garçom esqueceu do meu pedido, mas este parecia ser novato por lá.

A porção de batatas estava bem gostosa e muito bem servida. Comem 2 pessoas MUITO BEM, ou umas 3 ou 4 só para rebolar o queixo.

O preço é ótimo, a cerveja é barata e gelada, a música é boa e o público agradável.

Vale a volta, com certeza!

Principalmente considerando que não preciso me preocupar com a Lei Seca ao voltar para casa!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Haus München

Tá aí um lugar que eu não volto.

Opa, opa, "péra" lá. Toma de volta o tomate que você jogou e termina de ler a resenha.

Sempre me falaram muito bem do Haus Munchen, da carta de cervejas, da culinária alemã, que isso, que aquilo, mas eu nunca tinha oportunidade efetiva de ir lá.

Aí, numa quinta feira de dezembro, uma amiga foi comemorar o aniversário dela lá. Daí decidi unir o útil (finalmente conhecer a casa) ao agradável.

O atendimento me cativou desde o início: o garçom veio mais que ligeiro me perguntar o que eu queria beber, e aí veio a minha primeira (e quase única) decepção. E explico: saí de casa louco para tomar uma Hoegaarden. Cheguei lá e não tinha a dita cuja. Poxa, no Supermercado Extra vende Hoegaarden, como assim no Haus Munchen não tem?

Enfim. Como eu não tenho um poço de dinheiro para poder experimentar qualquer coisa que me apeteça naquele imenso cardápio (331 títulos de cerveja, no dia em que fomos), fui de Erdinger Weiss mesmo, para ser tiro certeiro. E ela veio estupidamente gelada, servida como manda o figurino, com a indispensável reboladinha (da garrafa, não do garçom) antes de servir o restinho da espuma. Ponto para a casa!

Outra surpresa agradabilíssima que tive foi que eles têm um check-in premiado (não sei se é sempre ou se foi só aquele dia) do Foursquare, e basta fazer o check-in para ganhar um chope. Beleza, mas um ponto prá casa.

Aí chega a hora de ir embora. E agora, meu caro amigo, você vai entender o por que da minha nota ser MUITO BOM mas eu ter falado, logo na primeira frase, que não volto.

Poxa... Duas Erdinger e um chope (fora o chope de graça. Teve um que eu paguei mesmo) me custaram quase R$45,00. Sem brincadeira. É MUITO caro para o que foi consumido. Isso por que eu não comi nada. Foi só isso que bebi mesmo e pronto.

Isso é bem brochante para quem é estagiário e tá custando a conseguir pagar as rodadas de cerveja no barzinho da esquina.


Enfim. Se você curte experimentar cervejas diferentes e e tem um pouquinho mais de grana que eu, vai lá que é batata. Mas, para mim, não dá...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Bar Tudo Legal (ACM)

Esse tal de Bar Tudo Legal é um velho conhecido do pessoal do Kekanto aqui de BH.

É um tal de ACM prá lá, Cobrinha prá cá... hahaha

Aí vai só aguçando a curiosidade da gente.

Sexta feira prá trás a Pri soltou no Facebook que ia prá lá. O Leo Morita aumentou o quórum, prontamente. Eu, que tenho coceira nas partes e não consigo ficar em casa, fui atrás, né?

Acabei chegando lá e descobrindo que eu já conhecia o bar, porém quase só de passagem. Lá fomos nós, então...

Apesar da nota estar em MUITO BOM, de cara vou dar um ponto negativo, mas que eu relevei por que todo mundo falou o contrário das outras vezes que foram: a cerveja não estava NADA gelada...

Não digo que estava quente, de jeito nenhum, mas gelada também não estava. Tava daquele jeito que dá prá beber, mas podia melhorar, bastante.

Lá é bem pequeno, com mesas na rua e, talvez pelo tamanho, o atendimento estava brilhando. Rapidinho para trocar a cerveja, rapidinho para trazer comidinhas - o Leo comeu um sanduíche lá que disse estar bem gostoso - e rapidinho para trazer a conta.

No dia, o pessoal tinha programa para depois, enão fomos embora bem cedo, portanto vou ter que voltar lá com calma para saber como é o negócio.

Mas, de cara, posso dizer que a cerveja é MUITO barata, pois a conta foi bem tranquila.

Mas minha resenha vai ficar incompleta, dessa vez, mas prometo retornar e fazer uma avaliação melhor.


Fica na Paulo Afonso - 16, bem na esquina com a Contorno.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Surubim no Espeto - Lourdes

Sei que estou em dívida, mas fim de ano na faculdade tá complicado. A gente faz o que dá, né?

Eu conhecia o Surubim da Cidade Nova, que inclusive já fora resenhado aqui, e sempre gostei bastante de lá.
Sequer sabia que existia este em Lourdes mas, como era evento do Kekanto e momento para rever pessoas tããão legais, para lá me dirigi.

A casa apresenta 3 andares dos quais, no dia do evento, apenas 2 estavam com cadeiras e mesas disponíveis. Ao que parece, o terceiro andar está em reformas ou algo assim.
Um ponto positivo que notei foi a presença de televisão apenas no primeiro andar. Assim, caso você seja de outro planeta e não queira ser incomodado por jogos de futebol, pode procurar uma mesa no segundo andar e se ver livre de qualquer manifestação mais exaltada.

O lugar é bem decorado e bonito, e o atendimento, apensar de ser um dos piores que eu já vi EM EVENTOS DO KEKANTO, não deixa a desejar. DIgo isto por que, nos outros eventos, os garçons ficavam extremamente preocupados com o nosso conforto e bem estar, sempre trazendo novas cervejas e quitutes. No Surubim foi diferente, não sendo nada raras as vezes em que precisávamos ir ao balcão buscar cervejas.

Apesar de não ter comido muito, os tira-gostos estavam bastantes (isso tem plural, acreditam?!!? ERRATA - A Pipoca me falou que esse uso do plural tá errado mas, por que achei legal fazer essa errata, vou deixar o plural como está!!) gostosos e acerveja sempre gelada!

Vale o retorno, fácil fácil.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Churrasqueira - Juiz de Fora

Essa resenha é diretamente de Juiz de Fora, então não achem ruim demais.

Em um sábado chuvoso, para lá de 2h30 da manhã, fui com alguns parentes (coisa de 18 pessoas) para o Churrasqueira, em Juiz de Fora.

Tinha bastante gente no lugar, mas não foi difícil arrumar mesas, já que os garçons providenciaram para nós uma mesa bem comprida, rapidinho.

O lugar é absurdamente agradável. Há uma varandinha (essa sim, já toda ocupada na hora em que chegamos) e a parte interna. Ficamos bem de frente para uma chopeira da Antuérpia (que eu infelizmente não bebi, apesar de ter ficado com água na boca) e ao lado da "vitrine" de sushis que, aliás, estavam bem bonitos.

A gente, de cara, epdiu uma Bohemia, que depois foi trocada por Original, ambas muuuito geladas.
O atendimento foi surpreendente, nunca precisando pedir cerveja, pois os garçons sempre trocavam assim que acabava o líquido sagrado.

Pedimos também contra-filé na chapa, que vem acompanhado de pão-de-alho, vinagrete e farofa e também uma porção de mussarela na chapa, bastante deliciosa também.
Ah, a batata frita não perde em nada para lugar nenhum, mas também não chega a ser destaque. É batata-frita e pronto.

Agora vem a parte ruim: que preços são aqueles?!?!?! Tá certo que a nossa mesa tinha quase 20 pessoas, mas em 40 minutos a conta bater R$600 é um absurdo fora do comum, não acham?

Ninguém estava bebendo nada diferente de cerveja (a quase R$8 a garrafa) e não é como se alguém tivesse comido o suficiente para realmente matar a fome, já que não só eu como mais umas 6 pessoas ainda estavam com fome quando saímos.

O bar é excelente, bonito, as pessoas agradabilíssimas, o atendimento sensacional. Mas, por este preço, prefiro não voltar.

sábado, 29 de outubro de 2011

Farroupilha Grill - Olegário Maciel

Estive no Farroupilha na sexta-feira com o pessoal do trabalho, no horário do almoço.

O restaurante fica em uma região privilegiada de Belo Horizonte, no Lourdes, com fácil acesso de qualquer lugar que você estiver.

Vou começar pelo ponto positivo do lugar. O atendimento merece destaque especial. Fui super bem atendido lá pelos garçons, pelo gerente, pelo maitre. Eu tinha mesa reservada e fui o primeiro do pessoal a chegar. Enquanto esperava, o gerente veio à mesa perguntando se eu era o Gustavo Dourado, se apresentou, se prontificou a resolver qualquer problema.

Os garçons também sempre bem solícitos com tudo.

E eu digo que, infelizmente, este é o único ponto positivo da casa.

Não que a comida seja ruim. Definitivamente não é. O churrasco é gostoso, a variedade de carnes não compromete e não faltam à mesa.

Porém é um rodízio caro para o que oferece - R$40,00 por pessoas e mulheres pagam meia de 2ª a 6ª.

Se você comparar com lugares como o Porcão ou o Ambrósio´s, que cobram lá seus R$80 por rodízio, pareec ser errado reclamar dos R$40 cobrados.

Mas devemos nos lembrar que o Baby Beef, por exemplo, não perde em nada pro Porcão - na minha opinião - e, durante a semana, custa uns R$37,90.

Não voltou lá, mas não por ser ruim, não por ser mal atendido. Muito pelo contrário.

Não volto lá por que o custo-benefício é baixíssimo.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Xico da Carne - Barro Preto

A franquia Xico da Carne (que não sei se é franquia ou várias lojas do mesmo dono) tem crescido bastante em Belo Horizonte.

São 3 lojas - Cidade Nova, Santa Inês e Barro Preto - super bem decoradas, todas com o mesmo estilo rústico e um belo calhambeque pendurado em alguma parede. Essa coisa de identidade que a casa tem é bem legal e, em qualquer uma das unidades que você estiver, a sensação é de estar no emsmo lugar.

Sexta feira passada fui ao Xico da Carne do Barro Preto, que fica na GUAJAJARAS 1437, quase na esquina com a Amazonas. Não conhecia esse Xico - era o único, dos 3, que eu não conhecia - e, numa boa?, foi uma experiência bastante frustrante.

O bar estava entupido de gente, inclusive com fila de espera, e é um lugar bem grande. Porém, a falta de garçons faz com que seu pedido demore anos para chegar. E demora mesmo. Do tipo: peça outra cerveja assim que a sua chegar. Garanto que ela não chega antes de você acabar.

Fora o ponto negativo da falta de garçons que, para mim, é o pior, a casa é quente demaaais, e não vi um ventilador sequer por lá. Então, vá bastante preparado para suar um pouco e não se refrescar a tempo.

Quando eu cheguei, o pessoal já tinha devorado um filé com fritas (não sei dizer bem qual carne era, realmente não me lembro) que não foi muito elogiado, para ser sincero. Inclusive, havia alguns pedaços de carne ainda no prato, que foram embora na quarta vez que o garçom passou, quando ele se tocou que deveria recolher os restos.

Comi do pão de alho e estava bem gostoso. Porém, se uma churrascaria conseguir errar no pão de alho, pode pedir para sair, zero-dois.

Brincadeiras à parte, esta unidade do Xico não me cativou. Nota 5 e sem retorno.

Vale lembrar que as outras duas são excelentes!!!